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Correio Braziliense

Duas pessoas são presas suspeitas de ameaçar juízes do TJDFT

A operação atende a iniciativa do MPDFT, que havia pedido, na quarta-feira (21/5) a instauração de inquérito para apuração do crime


postado em 21/05/2020 08:38 / atualizado em 21/05/2020 09:04

As buscas foram realizadas na manhã desta quinta-feira (21/5), e resultaram na prisão em flagrante de duas pessoas(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
As buscas foram realizadas na manhã desta quinta-feira (21/5), e resultaram na prisão em flagrante de duas pessoas (foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
A Polícia Civil, em conjunto com o Núcleo Especial de Combate aos Crimes Cibernéticos (Ncyber) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), cumpriu um mandado de busca de apreensão para apuração de ameças feitas, por e-mail, contra diversas autoridades públicas dos poderes Judiciário, Legislativo e Executivo. A operação atende a iniciativa do MPDFT, que havia pedido, na quarta-feira (21/5) a instauração de inquérito para apuração do crime.

As buscas foram realizadas na manhã desta quinta-feira (21/5), e resultaram na prisão de duas pessoas por flagrante de crime de utilização indevida de selo ou sinal verdadeiro em prejuízo de outrem ou em proveito próprio ou alheio. A pena é de dois a seis anos de reclusão, e multa.

O Ncyber tomou conhecimento de que membros do MPDFT e do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) receberam correspondências eletrônicas em que o remetente profere ameaças e incita a prática de crimes contra agentes públicos. A mensagem também cita autoridades federais e ministros dos Tribunais Superiores. A Assessoria de Segurança Institucional do MPDFT também participou da operação e apura o recebimento de ameaças nos e-mails institucionais de várias promotorias de Justiça. 

Braga Netto

As mensagens afirmam que será permitido matar em legítima defesa, pois será decretado estado de sítio sob o comando do ministro da Casa Civil, general Braga Netto.

Ao blog do Vicente, a Casa Civil esclareceu que o “Ministro Braga Netto repudia o conteúdo dos e-mails citados e o uso indevido de seu nome. Por fim, externa que solicitará a rigorosa apuração da autoria e a responsabilização dos envolvidos”.

 
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