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Correio Braziliense

Veja o que abre e o que fecha na Ceilândia e Estrutural com novo decreto

Durante 72h, estabelecimentos e locais sofrem restrições, de acordo com novo decreto do GDF


postado em 06/06/2020 20:41 / atualizado em 06/06/2020 21:21

(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
(foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
O governo do Distrito Federal publicou, neste sábado, novo decreto sobre o funcionamento de atividades comerciais e sociais na Ceilândia e Estrutural. As medidas entram em vigor na segunda-feira (8/6), um minuto após a meia-noite, e duram 72 horas. Veja quais estabelecimentos podem abrir as portas e quais estão proibidos de receber a população:

 

Funcionamento totalmente proibido

 

  • Eventos, de qualquer natureza, que exijam licença do Poder Público;
  • atividades coletivas de cinema e teatro;
  • academias de esporte de todas as modalidades;
  • museus;
  • parques ecológicos, recreativos, urbanos, vivenciais e afins;
  • boates e casas noturnas;
  • atendimento ao público em shoppings centers*, feiras populares e clubes recreativos;
  • nos shoppings centers fica autorizado apenas o funcionamento de laboratórios, clínicas de saúde, farmácias e delivery.
  • cultos e missas de qualquer credo ou religião;
  • estabelecimentos comerciais, de qualquer natureza, inclusive bares, restaurantes, lojas de conveniências e afins:
  • salões de beleza e centros estéticos.

 

 

* Nos shoppings centers fica autorizado apenas o funcionamento de laboratórios, clínicas de saúde, farmácias e delivery.  

 

Funcionamento permitido

 

 

  • clínicas e consultórios médicos e odontológicos, laboratórios e farmácias;
  • supermercados, hortifrutigranjeiros, minimercados, mercearias, açougues, peixarias, comércio estabelecido de produtos naturais, bem como de suplementos e fórmulas alimentares, sendo vedado, em todos os casos, a venda de refeições e de produtos para consumo no local;
  • padarias e lojas de panificados, apenas para a venda de produtos, sendo vedado o fornecimento de refeições de qualquer tipo para consumo no local;
  • lojas de materiais de construção e produtos para casa, incluídos os home centers;
  • postos de combustíveis;
  • petshops e lojas de medicamentos veterinários ou produtos saneantes domissanitários;
  • relativas a toda a cadeia do segmento de veículos automotores; 
  • empresas que firmarem instrumentos de cooperação com o Distrito Federal no enfrentamento da emergência de saúde pública relativas ao coronavírus ou à dengue nas áreas de atendimento à saúde básica, atendimento odontológico, assistência social, e nutrição, tanto para o fornecimento de alimentação preparada com embalagem para retirada individual, quanto para recolhimento e distribuição de alimentos em programas para garantir a segurança alimentar; 
  • funerárias e serviços relacionados;
  • lotéricas e correspondentes bancários; 
  • empresas do segmento de controle de vetores e pragas urbanas;
  • o atendimento ao público em todas as agências bancárias e cooperativas de crédito no Distrito Federal, públicas e privadas; o Sistema S: Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai); Serviço Social do Comércio (Sesc); Serviço Social da Indústria (Sesi); Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac); Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar); Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop); Serviço Social de Transporte (Sest);  Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); 
  • óticas.

 

 

Funcionamento permitido com restrições

 

 

  • Clínicas veterinárias, somente para atendimento de urgências; 
  • lojas de conveniência e minimercados em postos de combustíveis, sendo vedados o consumo de produtos no local e a disponibilização de mesas e cadeiras;
  • lavanderias, exclusivamente no sistema de entrega em domicílio;
  • floriculturas, exclusivamente no sistema de entrega em domicílio.

 

 

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