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Correio Braziliense

Parceria entre Correio e TV Brasília traz saúde e agronegócio para a pauta

Desde junho, o CB.Poder, parceria entre o Correio Braziliense e a TV Brasília, ganhou duas extensões: CB.Saúde e CB.Agro. Os programas trazem especialistas de cada área para entrevistas toda semana


postado em 11/07/2020 17:14 / atualizado em 11/07/2020 20:15

Marconi Moreira, vice-presidente da AgroBrasília: ''Agrotóxico é um mal necessário. O problema é quando se usa de maneira inadequada''(foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press)
Marconi Moreira, vice-presidente da AgroBrasília: ''Agrotóxico é um mal necessário. O problema é quando se usa de maneira inadequada'' (foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press)
A parceria de sucesso entre o Correio Braziliense e a TV Brasília, agora ,tem dois novos frutos: os programas CB.Saúde e CB.Agro, extensões do CB.Poder. Às quintas-feiras, os telespectadores conferem, a partir de 13h20, entrevistas ao vivo, com profissionais de referência na área médico-hospitalar. No mesmo horário, às sextas-feiras, é a vez de ouvir quem entende e acompanha o agronegócio brasileiro.

O vice-presidente executivo do Correio, Guilherme Machado, explica que as novidades surgem graças aos bons resultados do CB.Poder, desde o lançamento. “Com foco em política e economia, o programa tem contribuído muito para o Distrito Federal, abrindo espaço para figuras locais e nacionais falarem com o povo do DF”, afirma. “O agronegócio está segurando a economia do Brasil, neste momento, e continua crescendo. É uma área extremamente importante, assim como a saúde, principalmente neste momento de pandemia.”

Ambos estrearam em junho, com boa repercussão. “Está sendo um sucesso maior do que a gente esperava”, comemora. “Tanto o Correio, quanto a TV Brasília, estão preocupados em prestar esse serviço à comunidade, dando espaço para que especialistas e autoridades da área possam falar com as pessoas.”

Entrevista com o médico e diretor do Hospital Sírio-Libanês em Brasília, Gustavo Fernandes(foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press)
Entrevista com o médico e diretor do Hospital Sírio-Libanês em Brasília, Gustavo Fernandes (foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press)


A declaração é reforçada pelo superintendente da TV Brasília, Luiz Eduardo Leão. “O setor de agronegócio é pungente, e tem sentido muito, especialmente durante a pandemia, uma falta de comunicação. A gente tenta, portanto, aumentar a informação a respeito, com o programa”, avalia. A demanda por informação também é um dos pilares que sustenta o CB.Saúde. “Numa época tão conturbada, com pessoas querendo saber mais, o Correio, além do jornal impresso e dos portais, se junta à TV fazendo a sua parte para levar conhecimento.”

Para Luiz Eduardo, o peso do jornal, aliado à tevê, explica o sucesso dos programas. “Quando as pessoas sabem que uma informação sai com a chancela do Correio Braziliense, torna-se muito mais confiável. Ali está uma notícia que foi estudada e trabalhada com toda a credibilidade que o Correio tem há 60 anos, na cidade.”

Nomes de peso

Entre os nomes da saúde que já passaram pelos estúdios localizados no Setor de Indústrias Gráficas (SIG), ou, em alguns casos, por vídeochamada, estão Gustavo Fernandes, diretor do Hospital Sírio-Libanês; o oncologista Paulo Hoff, presidente da oncologia da rede D’Or; e Raul Sturari Júnior, presidente do grupo Santa. A apresentação fica a cargo do jornalista do Correio Humberto Rezende.

De acordo com ele, o programa era planejado há muito tempo. “O tema sempre interessa as pessoas, mas, agora, durante a pandemia, há muita dúvida e muita necessidade de esclarecimentos”, ressalta. “Sempre temos abordado a covid-19, mas temos falado, também, bastante da necessidade de as pessoas continuarem atentas a outros problemas de saúde, que não deixaram de existir, obviamente.” Com isso, a audiência cresce. “A receptividade do público tem sido ótima. O retorno é muito positivo, especialmente porque os entrevistados têm sido especialistas muito renomados em suas áreas de atuação.”

Enquanto isso, o CB.Agro contou com a presença da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina; o presidente da Embrapa, Celso Moretti; e Guilherme Nastari, diretor da Datagro Consultoria. A jornalista do Correio Denise Rothenburg conduz as entrevistas. “A gente vive falando de denúncias e escândalos na política, mas, agora, o agro segura a economia. É muito bom poder explicar para as pessoas o que vem sendo feito no campo, assim como novas tecnologias para o setor”, destaca Denise.

A experiência tem sido um aprendizado. “Na entrevista com o presidente da Embrapa, por exemplo, ele explicou que o Centro-Oeste pode ser pioneiro no aumento da produção de trigo no Brasil. São coisas que eu não saberia se não fosse o CB.Agro”, detalha a jornalista. “Nesse momento que o mundo está vivendo, é muito importante continuar produzindo alimentos e contribuir para levar mais conhecimento sobre a área a toda a população.”

ENTREVISTA /  Marconi Moreira, vice-presidente da AgroBrasília 

Agricultura como referência

Jailson R. Sena*

O relevo e as condições climáticas do DF ajudam os produtores rurais a se tonarem referências nacionais no setor agrícola, quando o assunto é produtividade. É o que afirma o vice-presidente da AgroBrasília, Marconi Moreira, em entrevista, ontem, ao CB.Agro. Um exemplo dessa excelência é o anúncio da produção de vinhos brasilienses. “Teremos vinhos de padrão internacional, porque desenvolvemos uma tecnologia de poda da uva que, em vez de podar no inverno para colher no verão, será o inverso”, disse.

Por que teremos um bom vinho semelhante aos de países da Europa? 

Com a inversa (podar no verão e colher no inverno), o vinho ganha qualidade. A uva, na sua maturação, precisa ter dias com amplitude térmica grande, com o clima bastante seco, porque a umidade favorece o desenvolvimento de fungos, o que diminui a qualidade do vinho.

Sabemos que o DF tem uma produção grande de orgânicos, que vem crescendo. Como está esse segmento?

Nos últimos 10 anos devemos ter aumentado mais ou menos mil por cento a quantidade de produtores orgânicos. É um mercado com tendência a crescer e que é uma renda estável, por ter um público consumidor muito ávido e fiel.

Estamos falando dos orgânicos, mas tem a discussão sobre os agrotóxicos.

Agrotóxico é um mal necessário. O problema é quando se usa de maneira inadequada. Quando se usa dentro das recomendações, as possibilidades de ter algum resíduo são muito pequenas.

Há um questionamento grande sobre o aumento do desmatamento e das queimadas na Amazônia. Nós estamos no Cerrado e sabemos que é uma área tão ameaça ou mais do que a Amazônia. Como vocês estão lidando com isso?

Nos preocupamos muito com essa questão do aumento dos desmatamentos. Tudo isso ressalta a importância da produtividade, que, quando aumenta, reduz a possibilidade de devastação de mais áreas.

* Estagiário sob a supervisão de José Carlos Vieira

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