Jornal Correio Braziliense

Ciência e Saúde

Pesquisa dos EUA aponta que gene facilita tratamento contra o tabagismo



Durante o estudo, foram analisados os dados de mais de 5 mil fumantes da comunidade e outros mil em tratamento clínico. Os pesquisadores focaram na relação entre a capacidade bem-sucedida de deixar de fumar e as variações genéticas associadas ao risco do fumo elevado e da dependência em nicotina. Segundo a pesquisa, os indivíduos que tinham os marcadores genéticos de alto risco, além de serem menos propensos a deixar o cigarro sem medicação, fumaram por uma média de dois anos a mais que aqueles sem essa composição genética. Entre os que estavam sob tratamento clínico, os fumantes com as variantes de alto risco se mostraram três vezes mais prováveis a responder à terapia medicamentosa, como o chiclete e os adesivos de nicotina.