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Estado de Minas

Cortar a comunicação entre neurônios pode frear doenças degenerativas


postado em 22/10/2012 07:35 / atualizado em 22/10/2012 09:05

Belo Horizonte — Apesar de não ter sentimentos nem fazer julgamentos morais, as células humanas são capazes de grandes gestos de abnegação. Um deles é chamado de apoptose, ou morte celular programada. Ela ocorre, por exemplo, quando uma molécula de DNA — espécie de manual de instrução para o funcionamento do corpo — sofre lesões irreparáveis e a célula que a abriga “se suicida”, para diminuir os danos causados às vizinhas sadias.

A atitude de renúncia, porém, não acaba com a possibilidade de o mal ter sido transmitido a colegas às quais a doente esteve ligada. Mas, e se a ligação que permite essa contaminação for cortada a tempo? A partir dessa pergunta, pesquisadores brasileiros mostraram que cessar uma das formas de comunicação entre neurônios pode ser uma estratégia simples e eficaz para proteger o funcionamento do sistema nervoso. Dessa forma, seria possível reduzir o raio de destruição de doenças neurodegenerativas como os males de Alzheimer e de Parkinson.

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