Jornal Correio Braziliense

Ciência e Saúde

Hiperêmese gravídica requer internação devido a alterações metabólicas

Doença despertou interesse depois de ser diagnosticada na duquesa de Cambridge, Kate Middleton



Mal-estar recompensador


;Foi um horror. Mas tive duas bênçãos. Passaria por tudo de novo.; Assim, a psicóloga e enfermeira Ivana Rocha começa a retratar o sofrimento pelo qual passou ao desenvolver o quadro de hiperêmese gravídica. Na primeira gestação, de Ana Júlia, hoje com 12 anos, ela ficou 30 dias sentindo muito mal-estar em casa. Ela lembra que só vomitava quando escovava os dentes e, por isso, ;só escovava uma vez por dia;. Para Ivana, além de lidar com o incômodo do enjoo, a indisposição e o mal-estar ;duravam as 24 horas do dia;. Para piorar, ela precisou encarar a hipersialorreia, síndrome da quantidade excessiva de saliva. ;Não foi preciso medicação e tudo ocorreu no início da gravidez, entre a oitava e a nona semana;, conta.