Humberto Siqueira
postado em 24/04/2013 08:17
Belo Horizonte - A imagem recente de um bandido caindo subitamente enquanto assaltava um posto de gasolina, em Mogi das Cruzes (SP), disparou o alerta. Vítima de um infarto fulminante, ele morreu em questão de segundos. O incidente flagrado é mais comum do que parece e tem crescido. Em reação ao número crescente de doenças do coração que levam ao óbito, a Federação Mundial do Coração (FMC), alinhada com a Organização Mundial da Saúde (OMS), deu início ao projeto Reduzindo a mortalidade global em 25% até 2025. As entidades visam conscientizar a população da gravidade das doenças cardiovasculares (DCVs) e da importância da prevenção.[SAIBAMAIS]As DCVs são as maiores causadoras de mortes prematuras em todo o mundo, sendo responsáveis por cerca de 17,3 milhões de óbitos por ano, 31,3% de todos os casos. No Brasil, esse número chega a 300 mil anualmente, ou uma morte a cada dois minutos. Os dados de toda a América Latina também são preocupantes: 40% das mortes precoces acontecem durante os anos mais produtivos de uma pessoa, antes dos 60 anos. Entre as DCVs mais comuns, estão o infarto, a insuficiência cardíaca e a hipertensão. Essa última tem um dia nacional dedicado à ela, que é na sexta-feira, quando ações de mobilização e conscientização da sociedade serão divulgadas
