[SAIBAMAIS]O objetivo dos cientistas, contudo, não é fabricar humanos idênticos. Na realidade, eles nem pensam em implantar o material em um útero, até porque o embrião não passou de seis dias. Além disso, seria necessário desenvolver outras técnicas para fazê-lo se desenvolver até chegar a ser um feto. A ideia do estudo é contribuir para a medicina regenerativa, produzindo células-tronco do próprio paciente, capazes de se converter em qualquer tipo de tecido. ;Assim como células-tronco embrionárias normais, as derivadas dessa técnica demonstraram habilidade de se transformar em diversas células, incluindo nervosas, do fígado e do coração;, disse, em nota, Shoukhrat Mitalipov, principal autor do estudo.