Carolina Braga
postado em 02/12/2013 08:50

Catedrático em direito penal da Universidade do País Basco e membro do comitê diretor de bioética do Conselho da Europa, o espanhol Carlos Maria Romeo Casabona reconhece que pode soar como ficção científica quando fala das recentes pesquisas que o têm mantido ocupado. Afinal de contas, ventres artificiais, bebês que nascem em laboratórios e frutas com genes de peixes para suportar o frio parecem coisa de cinema. Mas essas são perspectivas que já se apresentam ao futuro da ciência e que precisam ser debatidas à exaustão para que se formulem parâmetros regulatórios para elas.
[SAIBAMAIS]Quais são os limites da ética nesses casos? O que pode, e o que não pode? O que fere determinada cultura ou moral cristalizada com o tempo? É sobre questões como essas que Casabona vem refletindo desde a década de 1970, quando graduou-se em direito. Logo se doutorou no mesmo tema e também em medicina, pela Universidade de Zaragoza. À medida que o tempo passa, a ciência avança, novas discussões surgem e vem a necessidade de novas bases jurídicas.
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