A cada ingestão, os participantes tiveram amostras de sangue e urina coletadas e relataram aos cientistas a percepção de saciedade e de consumo alimentar. Foram utilizados como marcadores de saciedade a leptina, a adiponectina, a grelina, a glicose e a insulina, substâncias e hormônios presentes no corpo humano (não no suco) e estimulados pelo consumo da bebida. Os cientistas perceberam que houve alterações nesses marcadores com a ingestão do suco de laranja. A professora esclarece que a diferença entre o natural e o pasteurizado nos exames de sangue e de urina foi pouco considerável.
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