Ao contrário do que se pensa, nem todos desse grupo terminavam massacrados na arena. À medida que lutavam, podiam ser reabilitados socialmente, escapando do trágico desfecho. E, apesar da probabilidade de morrer numa luta ser de um em cada nove no primeiro século depois de Cristo, existiam, ainda, os gladiadores voluntários. Além disso, outras pessoas que não os prisioneiros podiam frequentar as rigorosas escolas de combate. Cidadãos comuns, senadores, nobres e até imperadores tinham direito a receber treinamento nas ludus, as escolas de gladiadores.
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