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Estado de Minas

Shakira canta hoje no Pop Music Festival, que ainda tem Train e Chimarruts


postado em 24/03/2011 07:00

Shakira: No repertório da cantora são esperados sucessos em espanhol, como Ojos así e La tortura, e em inglês, caso de Whenerver, wherever e Hip's don't lie(foto: Guillermo Legaria/AFP - -13/3/11 )
Shakira: No repertório da cantora são esperados sucessos em espanhol, como Ojos así e La tortura, e em inglês, caso de Whenerver, wherever e Hip's don't lie (foto: Guillermo Legaria/AFP - -13/3/11 )
Shakira tinha um encontro marcado com os fãs brasilienses — e brasileiros de diversos cantos do país que vieram vê-la na cidade — na noite da última quinta-feira. Mas nem a cantora, a atração mais aguardada do Pop Music Festival, nem os outros artistas internacionais do festival subiram ao palco montado no estacionamento do Estádio Mané Garrincha. O grupo gaúcho Chimarruts foi o único que chegou a se apresentar. Show que, aliás, não durou mais do que algumas músicas, já que a forte chuva alagou o palco e forçou o evento a ser cancelado. Caso contrário, os músicos, o pessoal da técnica e o público corriam risco de eletrochoque.

O cancelamento na semana passada frustrou os planos de muita gente, especialmente de quem veio de outras cidades só para o show de Shakira. Até então, 12 mil ingressos tinham sido vendidos. A notícia alentadora — especialmente para os brasilienses — veio ainda no fim de semana: a cantora estaria de volta em Brasília apenas sete dias depois do adiamento do festival. Além da colombiana, Chimarruts e a banda americana Train estão de volta. Por incompatibilidade de agendas, o cantor jamaicano Ziggy Marley e o DJ britânico Fatboy Slim não vêm. As ausências não serão substituídas.

A estudante de arquitetura Suzanna Rezende, 24 anos, está apreensiva com toda a situação. “Fiquei chateada, mas não indignada. Estava chovendo muito, era uma questão de segurança cancelar o show”. A preocupação da estudante era que Shakira demorasse demais para voltar a Brasília. “Acho que não dá para perder o show dela. Alguns amigos foram ao show de São Paulo e disseram que foi ótimo. As críticas da turnê brasileira também têm sido muito boas. Ela conquista a todos pelo carisma”.

Em 1997, quando tinha 11 anos, a estudante de odontologia Renata Emili Alkimin Fernandes, 25, esteve na primeira apresentação de Shakira em Brasília. “Não foi tanta gente quanto era esperado, só umas 2 mil pessoas. Eu comprei o ingresso por R$ 20 dois meses antes e no dia do show continuava o mesmo preço. Mas a apresentação foi ótima, ela foi muito simpática”, lembra. Renata ainda teve a oportunidade de encontrar-se com a cantora. “Ela estava no Kubitschek Plaza e desceu para conversar com os fãs, tocou violão, tirou fotos, deu autógrafos… tenho o meu até hoje”.

Semana passada, Renata estava colada na grade para ver a cantora de perto. Ela foi uma das 40 pessoas escolhidas para dançar Waka waka com a artista, mas não passou pela seleção dos 15 que de fato subiriam ao palco. “Começou a chover forte, a água chegou quase até o meu joelho. Acabei pisando errado e torci o pé no alambrado. No fim, eu chorava mais de raiva pelo cancelamento do show do que pela dor”. Por conta disso, a expectativa de Renata para o show desta noite é grande. “Vou de muleta e tudo! Quero chegar lá às 10h. Quem sabe se algum dos escolhidos para dançar com ela não aparece eu não tenho uma chance?”, arrisca.

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