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Estado de Minas

Reverenciado autor de histórias em quadrinho é tema de exposição


postado em 20/06/2012 08:30 / atualizado em 20/06/2012 09:30

Detalhe de ilustração para uma página de HQ
Detalhe de ilustração para uma página de HQ "Algo grotesco" (foto: Max (Francesc Capdevila)/ Divulgação)

A revista Animal teve vida breve. Durou 22 números entre 1988 e 1990, mas deixou legado que ainda reverbera na memória de leitores e autores de histórias em quadrinhos. Em suas páginas, vários personagens, roteiristas e desenhistas estrangeiros, até então inéditos no Brasil, foram publicados no país pela primeira vez. O espanhol Max foi um deles. Seu Peter Pank — uma releitura mucho loca de Peter Pan — foi uma das séries mais populares da publicação.


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Depois disso, os fãs brasileiros de Max ficariam anos sem notícias do espanhol, até a publicação, no fim de 2006, de O prolongado sonho do Sr. T (estreia da editora Zarabatana). Esse distanciamento pode dar a impressão de que autor espanhol tem uma produção sazonal. Não é o caso. Aos 55 anos, Max (nascido Francesc Capdevila) acumula quatro décadas de ilustrações e histórias em quadrinhos, gozando de grande prestígio na Espanha. Em 2007, o barcelonês recebeu o Prêmio Nacional dos Quadrinhos. Ano passado, foi tema de uma grande exposição retrospectiva, Panóptica (“visão total”), no Museo Valenciano de la Ilustración y la Modernidad, em Valência. Depois, a mostra passou pela Cidade do México (contabilizando 30 mil visitantes) e, desde segunda-feira, ocupa a galeria do Instituto Cervantes de Brasília, onde permanece até agosto. Daqui, segue para Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador.
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