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Estado de Minas

Depois de anos sem CD de inéditas, banda Bidê ou Balde lança novo álbum


postado em 17/12/2012 08:08

(foto: Estúdio Mu Bemol/Divulgação)
(foto: Estúdio Mu Bemol/Divulgação)
A Bidê ou Balde nunca deixou de tocar e intimar o público a cantar junto hits como Mesmo que mude e Melissa. Para o azar dos fãs, não trazia novidades havia oito anos, desde o último trabalho de inéditas, É preciso dar vazão aos sentimentos. “A gente estava há um bom tempo com as músicas na mão”, informa o vocalista Carlinhos Carneiro. A razão para tanta demora? Fazer do novo álbum, o bastante protelado Eles são assim. E assim por diante, um pacote de canções cristalinas, prontas para invadir o repertório nos shows da banda. “Resolvemos experimentar bastante em cima delas. Gravamos não só em separado, mas também pedaços de músicas separados. Só estrofe, só refrão, só introdução, para que na hora de mixar a gente pudesse brincar com os formatos das músicas e reencontrá-las”, continua. O grupo levou praticamente um ano gravando e mixando, até lapidar as canções como gostaria.

A guinada da nova fase de Carneiro, Vivi Peçaibes, Leandro Sá e Rodrigo Pilla envolve uma constatação recente: a de que, sim, estão mais velhos — 14 anos desde a primeira formação — e precisam se renovar. Petardos como +Q1 amigo e Lucinha evidenciam que a Bidê ainda é a Bidê — a banda pop roqueira por excelência da cena independente —, mas há algo de leve, relaxado e pensativo em Eles são assim. Carneiro explica: “As letras são diferentes. Algumas até podem parecer mais sérias, mas todas têm o nosso humor e acidez. Apesar disso, não é aquela coisa clássica de entrevista de banda, de dizer que ‘estamos mais maduros’”, despista o cantor.

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