É o 38; longa da atriz, em carreira iniciada em 1965. Que começou na tela grande, com o teatro e antes da televisão ; a primeira das 22 novelas é de 1966, foi ;O sheik de Agadir;. ;Foi ótimo ter feito os filmes, queria estar nos projetos, mas, em alguns deles, apenas estou no filme. Personagens expressivos não foram tantos assim;, observa. ;Com o tempo, fui ficando mais seletiva;, conta.
;O cinema fez parte da minha formação cultural. Sou de uma geração cuja cabeça foi feita pelo cinema;, afirma Marieta Severo. Criança, ela adorava as chanchadas. A escola era na mesma rua onde funcionava famoso cinema de arte do Rio de Janeiro (o Paisandu) e a atriz matou aulas para ir a sessões. Foi barrada, por não ter a idade exigida, ao tentar ver ;A fonte da donzela;, de Ingmar Bergman. Adolescente, viu, e ficou impressionada, com ;Deus e diabo na terra do sol;, de Glauber Rocha, e ;Vidas secas;, de Nelson Pereira dos Santos. Jovem, curtiu filmes de diretores cultuados, como Fellini, Luiz Bunuel, Lucchino Visconti e Antonioni, entre outros.