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Estado de Minas

Cancelamento de palestrantes desanima público da Flip

A 11ª edição da festa literária internacional de Paraty talvez seja mais lembrada pela música


postado em 09/07/2013 08:25 / atualizado em 09/07/2013 09:16

O escritor Ruy Castro foi um dos destaques na Flip(foto: Nahil Hamilton/CB/D.A Press)
O escritor Ruy Castro foi um dos destaques na Flip (foto: Nahil Hamilton/CB/D.A Press)

Paraty - Depois de uma década de festa, a Flip encara a puberdade com ares ainda infantis. Embora seja inquestionável a relevância intelectual do evento, a última edição (encerrada no último domingo) deixou a desejar. As principais atrações da festa cancelaram a participação e, aos poucos, a expectativa para as principais mesas minguou. Para muitos, o circuito alternativo acabou promovido de coadjuvante à protagonista.

O francês Michel Houellebecq, que seria o principal nome da festa, alegou motivos pessoais e não deu as caras. Os holofotes então se viraram para o norueguês Karl Ove Knausgård, que surpreendeu mercado editorial mundial com os volumes autobiográficos da obra Minha vida. Não veio. Os tais motivos pessoais, mais uma vez.

 

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Uma coincidência de cenários em atual conflito (aqui e no Egito) causou ansiedade pela chegada do poeta egípcio Tamim Al-Barghouti. Depois de muita especulação sobre sua presença, ele embarcou. No meio do caminho, perdeu o passaporte (assim relata o parecer oficial) e voltou para o país de origem. Precisavam dele por lá, certamente.

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