Caroline Maria
postado em 15/07/2013 06:00
[VIDEO1]Simbolizada pela letra Z (oriunda do termo ;zapear;), a nova geração já tem estilo e demandas próprias. Nascidos após 1990, entre redes sem fio e aplicativos, os jovens trocaram o Super Nintendo pelo iPad, o Capitão Planeta pelo Max Steel, e os playgrounds pelo domínio real da virtualidade. Com participação ativa na indústria criativa, há cinco anos movimentavam em mais de R$ 380 bilhões/ano o mercado de televisão, música, artes cênicas e expressões culturais, segundo levantamento feito pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). ;Estamos com a primeira geração de nativos digitais. A presença maciça da tecnologia tem impacto e traz mudanças em todos os âmbitos: cognitivos, afetivos, de consumo e de identidade;, observa Alice Martins, pós-doutora em cultura contemporânea pela Universidade Federal de Goiás. Os que viveram a infância na década de 1990 usufruíram da oportunidade de conviver com ícones culturais que deixam saudades ; e, não por acaso, sobrevivem às pressões tecnológicas.