Publicidade

Estado de Minas

2ª Bienal do Livro atraiu um grande público aos gramados da Esplanada

Durante dez dias, Brasília foi palco do evento, que teve a participação de autores consagrados de várias regiões do país e de diversos pontos do mundo


postado em 21/04/2014 10:37

A concorrida palestra do escritor uruguaio Eduardo Galeano foi um dos destaques desta edição do evento(foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press)
A concorrida palestra do escritor uruguaio Eduardo Galeano foi um dos destaques desta edição do evento (foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press)

Cerca de 200 mil visitantes, com uma média de 25 mil pessoas por dia, passaram pelos estandes da 2ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura, que se encerra hoje. Instalada no gramado central da Esplanada dos Ministérios, a feira proporcionou 10 dias de programação intensa, que incluiu debates, seminários e shows, com participação de nomes consagrados e de autores da nova geração da literatura: “A Bienal é um espaço para celebrar a leitura”, define Nilson Rodrigues, coordenador do evento.

Leia mais notícias em Diversão & Arte

Para ele, os números desta edição provam o sucesso da iniciativa. “Quem pensa que as pessoas não gostam de atrações de qualidade deveria visitar a Bienal, pelo menos uma vez, para descobrir o quão errado está”, afirma. O grande diferencial dessa para as outras bienais, segundo ele, está no fato de ela ter sido totalmente gratuita. “Não foi preciso pagar para entrar, nem para estacionar, e o lugar é privilegiado”, disse, referindo-se à localização, próxima à Rodoviária do Plano Piloto.

Além das mais de 300 atividades, que tiveram participação de autores ilustres, como o uruguaio Eduardo Galeano — arrastando uma multidão de fãs para a Bienal — e o moçambicano Mia Couto, o evento também foi palco de manifestações musicais e teatrais. E não era raro encontrar pelos espaços pessoas recitando poesias ou apresentando trechos de livros. “Uma verdadeira manifestação cultural”, enfatiza coordenador. Outro destaque foi para o grande número de escolas públicas e particulares que levaram turmas para conhecer a Bienal. Uma prova disso é que os R$ 4 milhões disponibilizados pelo governo para a compra de livros por estudantes de escolas públicas foram todos gastos. “Até durante os fins de semana e feriados, era possível ver um grande número de ônibus escolares estacionados em frente à entrada”, lembra o coordenador.

 

A matéria completa está disponível aqui, para assinantes. Para assinar, clique aqui.  

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade