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Estado de Minas

O novo guia de Brasília surge em meio a uma onda de valorização da capital

O trabalho mostra a capital pelo olhar de alguém que, com 24 anos, ainda vive o frescor de descobrir o dia a dia da cidade e deseja compartilhar as novidades com os outros.


postado em 26/04/2014 10:36 / atualizado em 26/04/2014 11:06

(foto: Gabriela Bilá/Divulgação)
(foto: Gabriela Bilá/Divulgação)

“Um guia feito por alguém que quer compartilhar um pouco da cidade em que nasceu e cresceu como se estivesse a apresentando aos próprios amigos.” Esse é o propósito da estudante de arquitetura e urbanismo da Universidade de Brasília (UnB) Gabriela Bílá, ao escrever O novo guia de Brasília. O projeto, feito para a faculdade no final de 2013, busca verbas para a publicação no site de financiamento coletivo Catarse.

É impossível folhear o único exemplar impresso da obra e não sentir que algo especial foi criado ali. O novo guia de Brasília não é um livro qualquer. Ao contrário das obras do gêneros, geralmente muito comerciais ou institucionais, esse trabalho mostra a capital pelo olhar de alguém que, com 24 anos, ainda vive o frescor de descobrir o dia a dia da cidade e deseja compartilhar as novidades com os outros.


Gabriela foi a responsável por toda a criação de conteúdo — textos, fotos e ilustrações — e pela diagramação do projeto. A autora recebeu dicas de outros apaixonados pela cidade e usou algumas fotos de arquivo público para contar a história da capital. As cerca de 200 páginas foram concebidas em quatro meses, enquanto a estudante se dedicava a outras disciplinas do curso. “Tive que virar noites na reta final, mas acreditava e gostava tanto do que estava fazendo, que nem senti”, lembra.

Para explicar o Avião

A vontade de fazer o guia surgiu durante o período em que Gabriela morava na Europa (2011-2013) e precisava explicar Brasília aos inquietos arquitetos estrangeiros. A principal dúvida consistia, acredite se quiser, em saber se a cidade era realmente habitada. “Todos tinham muita curiosidade, e eu sentia muito prazer em falar da capital. Eu via como a Europa estava superpreparada na questão do turismo, e comecei a refletir sobre os turistas que vêm para cá, e como é difícil para eles descobrirem a cidade”, conta.

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