Jornal Correio Braziliense

Diversão e Arte

Longa 'A culpa é das estrelas' passa mensagem de otimismo ao público

Fãs saem da sessão emocionado com a trama; confira



Na opinião da fã, tudo funcionou bem ; da leitura para a transposição para as telas. ;O filme correspondeu: chorei do início ao fim. Na verdade, superou minhas expectativas. Nunca vi um filme daquele jeito. É um romance dramático. Normalmente, curto mais as comédias românticas;, comentou uma das primeiras espectadoras do longa em cartaz desde quinta. ;O livro tem uma mensagem de otimismo, de buscar da vida o melhor. Quando é para vencer, você vence;, observa Paula, que, tendo lido o livro há um mês, guardou, de cor, um trecho: ;Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados, e eu sou muito grata por isso;. A leitora atenta para a relação entre os canais de Amsterdã ; a ;cidade inundada;, e muito presente ; e as limitações de Hazel, com pulmões abarrotados de água, por causa da doença.

Levando a cor da esperança no sobrenome, o escritor John Green, no livro, dá fôlego para que Hazel respire o inaugural (e talvez derradeiro) amor na vida, nutrido pelo divertido Gus. Num nome verídico, o da jovem Esther Earl, John Green deposita todo o fundamento para a inspiração do livro, agora, embalado para o cinema, em roteiro de Michael H. Weber e Scott Neustadter.

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