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Estado de Minas

Diretor Fernando Meirelles está em Brasília para gravar nova minissérie

Felizes para sempre terá dez capítulos de drama, paixão e assassinato


postado em 01/10/2014 17:54 / atualizado em 01/10/2014 18:23

Um dos mais renomados cineastas brasileiros gravará cenas em Brasília para nova minissérie da Globo(foto: Francois Mori/ AP Photo)
Um dos mais renomados cineastas brasileiros gravará cenas em Brasília para nova minissérie da Globo (foto: Francois Mori/ AP Photo)


Fernando Meirelles, diretor de Cidade de Deus e O jardineiro fiel, ambos com quatro indicações ao Oscar, esteve nesta quarta-feira (1°/10) na Universidade de Brasília (UnB). O cineasta será diretor-geral da minissérie Felizes para Sempre, com estreia prevista, na Globo, para o ano que vem.

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Paolla Oliveira, Maria Fernanda Cândido e Cássia Kis Magro estão confirmadas no elenco. A produção será um remake de Quem ama não mata, minissérie escrita por Euclydes Marinho, cuja inspiração eram os assassinatos passionais famosos das décadas de 1970 e 1980. O roteirista adaptará o próprio texto para a nova versão da obra.

"A minissérie entrará no ar nas primeiras duas semanas de janeiro. Estou aqui na UnB olhando locações, algumas salas e um pouco da FAU [Faculdade de Arquitetura e Urbanismo]", disse Meirelles. Com humor, ele fala sobre sua programação "Irei rodar aqui no próximo final de semana ou no seguinte. Um dos personagens é uma professora daqui, por isso temos algumas sequências na universidade, mas só vamos fazer a bagunça no fim de semana, não vamos atrapalhar ninguém".

A trama ganhará uma roupagem política em relação ao enredo exibido em 1982. Entretanto, o mistério sobre as vítimas e a autoria dos assassinatos será preservado. A O2, produtora do cineasta, pretende gravar cenas no Senado Federal.

 

Os protagonistas dos dez episódios se chamarão Marília e Claúdio, em homenagem as atuações de Marília Pêra e de Cláudio Marzo na primeira versão. Outro cenário será a ex-mansão de Edemar Cid Ferreira, que foi controlador do Banco Santos, falido em 2005. A casa, localizada no bairro Morumbi em São Paulo, abriga um acervo de 800 obras de artistas como Volpi e Portinari.

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