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Estado de Minas

As várias faces de Cássia Eller são mostradas em documentário

Filme exibido em sessão fechada no RIo estreia em janeiro


postado em 14/10/2014 07:53 / atualizado em 14/10/2014 14:00

Cássia Eller é homenageada com documentário
Cássia Eller é homenageada com documentário


“Nunca tive ilusão de fazer sucesso, mas era a coisa que eu mais queria na minha vida, que meu trabalho chegasse pra todo mundo. Mas não queria atochado goela abaixo dos caras. Quero que seja uma coisa natural”

A declaração colhiada por Paulo Henrique Fontenelle no documentário Cássia, contribui para dar contornos à personalidade de Cássia Eller e revelam a estrela do rock nacional em estado bruto. O filme, exibido como hors concours em sessão de gala do Festival de Cinema do Rio de Janeiro, no último dia 6, chega ao circuito comercial em janeiro próximo. “Adoraria fazer o lançamento em Brasília, ponto de partida da carreira da nossa heroína”, diz o diretor, que assina outras produções do gênero, como o premiado Loki, sobre o eterno mutante Arnaldo Baptista.



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Na realização de Cássia, Fontenelle colheu depoimentos de pessoas que fizeram parte da vida da roqueira, entre as quais a jornalista Deborah Dornellas, o crítico musical Tárik de Souza, os artistas Oswaldo Montenegro, Zélia Duncan, Nando Reis e Dora Galesso e, obviamente, a companheira Maria Eugênia e o filho, Chicão.

“Sempre admirei Cássia, mas não a conheci pessoalmente. Quando, em 2010, tive a ideia de fazer o documentário e passei a realizá-lo, me senti íntimo dela. A primeira pessoa que procurei para falar da minha decisão foi Eugênia, que me deu carta branca para levar adiante o projeto. Ela estabeleceu apenas uma condição: que fossem focalizadas todas as facetas de Cássia, sem nenhum tipo de restrição”, conta Fontenelle.


Ao cineasta, Eugênia disse: “No palco, eu tinha a sensação de que ela recebia um santo, mesmo. Era uma coisa doida aquilo ali! Cássia se transformava, não era a mesma pessoa”. Vai mais ou menos nessa linha o depoimento colhido de Deborah Dornellas, produtora da cantora, no início da carreira. “A lembrança que não me sai da memória é a de Cássia no palco. Quando ela começava a cantar, eu ficava toda arrepiada. Como é que ela conseguia cantar com aquela voz, com aquela emoção?”, diz.

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