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Estado de Minas

Drácula volta aos cinemas em releitura moderna do clássico literário

O personagem mais cultuado dos livros e do cinema volta à vida em filme protagonizado por Luke Evans


postado em 22/10/2014 08:01 / atualizado em 21/10/2014 18:55

Luke Evans encara o desafio de viver Drácula(foto: Universal Pictures/Divulgação)
Luke Evans encara o desafio de viver Drácula (foto: Universal Pictures/Divulgação)


Há quase 12 décadas, com apenas 29 anos, o irlandês Abraham “Bram” Stoker — por meio do registro de fictícias trocas de cartas e reproduções de trechos de periódicos — construiu um clássico literário que abastece, ciclicamente, o mundo do cinema. Com nova roupagem, Drácula — A história nunca contada estreia amanhã sob o mesmo selo da Universal, que retoma invejáveis lucros movidos a mistério e à carga de medo do romance gótico: por enquanto, em menos de 10 dias, mais deUS$ 140 milhões (o dobro do orçamento) já foram conquistados pelo longa-metragem.

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Conduzida pelo estreante Gary Shore, a produção se afirma como um prequel (um registro de fatos anteriores) do material e dos enredos do vampiro, que já foram mais fartamente popularizados pelo cinema. Quem dá o tom para a nova empreitada de Drácula nas telas é o próprio intérprete Luke Evans (visto em Velozes e furiosos 6 e na saga O Hobbit). “Eu não quero ser Robert Pattinson”, disparou o trintão, em entrevista ao britânico The Telegraph, barrando comparações com a saga Crepúsculo.



Revelando-se avesso a amenizar rugas e a ser paparicado pelo sistema que engole astros hollywoodianos, o Apolo de A fúria de titãs quis imprimir mais masculinidade e responsabilidade ao príncipe Vlad III, que, numa Transilvânia ilhada pelos aguerridos impérios turco e austríaco, tem que abrir mão da vida pessoal, em favor de súditos. “O filme aborda as transições, em nível humano, ocorridas em Vlad, depois do cativeiro imposto pela corte otomana e de ser criado pelo inimigo de seu pai, o primeiro sultão”, esclareceu à mídia inglesa.

Drácula — A história nunca contada traz, de fato, uma nova página em relação à trama que, pela Universal dos anos de 1930, teve duas célebres vertentes em cinema: uma delas hispânica e menos difundida do que a encabeçada pelo vampiro de Bela Lugosi, que chegou às telas em acabamento sem bigode ou mãos peludas, entre outras características omitidas em relação ao livro. A princípio afastado do aspecto associado ao vampirismo, o aristocrata romeno tem decifradas as origens de seus males, no século 15.

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