Ela afirmou que "muita coisa louca" aconteceu quando frequentava uma escola católica, que era ingênua e se perguntava se "era daquele jeito que os adultos são". Segundo Gaga, o suposto estupro não a afetou tanto na época quanto há cinco anos depois da ação, quando realmente entendeu o que tinha acontecido. "Eu fiquei tão traumatizada por aquilo que me dizia ;continua levando a vida;, porque eu tinha que sair dali".
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Durante o programa de rádio, a cantora disse que viu o homem uma vez numa loja anos depois do ocorrido e ficou "paralisada pelo medo": "Ele era 20 anos mais velho do que eu. Eu era uma criança. Não sei no que estava pensando. Não contei para ninguém e nem para mim por muito tempo".
Perguntada se ficou com medo de contar para o pai por pensar que este mataria o agressor, Lady Gaga disse que não podia responder, mas falou que abusos ocorrem todos os dias, o que é "muito assustador e triste".
A cantora explicou que, até o momento, "não queria admitir que alguma coisa tinha acontecido" por não querer ser definida pela agressão. "Eu serei amaldiçoada se alguém disser que toda coisa criativa e inteligente que eu fiz se resume a um homem que fez aquilo comigo", comentou.
Acusação
O advogado da cantora Kesha, Mark Geragos, tuitou nesta terça "quem adivinha quem era o estuprador?" com um link de uma matéria sobre o caso. Ao que um seguidor respondeu o produtor Dr. Luke, Geragos escreveu "#bingo".
Um representante da Lady Gaga disse ao site TMZ que a acusação é "absolutamente não verdadeira". Já um assessor do Dr. Luke afirmou ao site que a declaração é "completamente falsa e difamatória". "Luke se encontrou com Lady Gaga duas vezes por menos de meia hora no total nessas duas reuniões juntas. Ele nunca esteve sozinho com ela nem a tocou. Nenhuma dessas reuniões foi na época reportada pela cantora", concluiu. Questionado pelo TMZ sobre o motivo da acusação, Geragos rebateu "porque é a verdade".