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Estado de Minas

Cursos de arte movimentam Brasília em janeiro

As opções vão de aulas de fotografia básica a oficinas de vitral


postado em 19/01/2015 08:00

Oficina de vitral é uma opção para quem deseja trabalhar com vidros e melhorar a técnica(foto: Espaço Biovitrais/Divulgação)
Oficina de vitral é uma opção para quem deseja trabalhar com vidros e melhorar a técnica (foto: Espaço Biovitrais/Divulgação)

Com todo o tempo livre que as férias proporcionam, cresce a procura por oficinas e cursos de arte durante o período. O interesse vem de estudantes e de profissionais que buscam aprofundar seus conhecimentos — assim como pessoas que desejam ocupar os dias de folga com um novo hobbie. Além dos momentos prazerosos, essas atividades podem render bons frutos, apontando caminhos e possibilidades.


Com 10 anos de casa, o Espaço f/508 de fotografia (SCLN 413, Bl. D, S. 113) oferece três cursos em janeiro. São eles: Curso básico de fotografia (início 21 de janeiro); Workflow e tratamento de imagem (20 de janeiro); e Oficina de nu fotográfico (30 de janeiro). “A procura é grande durante as férias. Desta vez, buscamos oferecer mais opções de oficinas, além do tradicional Curso básico de fotografia”, conta a fotógrafa e professora Raquel Pellicano.

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Para atender à demanda infantojuvenil, que cresce nesse período, o espaço oferece Curso de fotografia criativa para crianças (com data a definir), que busca familiarizar jovens entre 10 e 12 anos com o universo imagético. “É mais lúdico, abordamos coisas divertidas, como desenhar com a luz (lightpainting) e construir câmeras artesanais (pinhole). Mas os cursos, em geral, não são apenas lúdicos ou apenas profissionalizantes. Normalmente, somos procurados por pessoas que ganham câmeras e querem fazer fotos melhores”, explica Raquel.


O jornalista Rafael Nascimento, 30 anos, procurou o curso básico porque queria se desestressar do trabalho. Ele gostou tanto que acabou fazendo outras aulas para se aprofundar no assunto. “Esse curso calhou em um processo de autoconhecimento e abriu minha visão para a arte. Descobri que eu poderia ser mais do que um fotógrafo comercial. Continuei os estudos a fim de tentar dar um rumo diferente na minha profissão”, relata Rafael, que hoje faz bicos como fotógrafo.


A vidreira Maria Luiza Dornas, 62 anos, buscou aprimorar seus conhecimentos com a Oficina de vitral do Estúdio Biovitrais (CLN 310, Bl. B, Lj. 51). “Eu derreto vidros, mas queria ver outras possibilidades. Aprender a soldar, a moldar. Não existem muitos cursos nessa área em Brasília”, revela. O professor Humberto Araújo conta que as aulas geralmente são procuradas por pessoas que têm encanto pelo vidro e querem aprender a lidar com essa arte. “A predominância é de artistas plásticos, arquitetos, designers, estudantes de arte e donas de casa, que saem daqui com objetos de decoração ou vitrais planos para as suas casas”, diz.

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