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Estado de Minas

Eleito melhor DJ do Brasil, brasiliense Alok mira em carreira internacional

A revista especializada House Mag escolheu o brasiliense Alok Petrillo como o principal DJ do país


postado em 21/01/2015 08:01 / atualizado em 21/01/2015 12:35

Alok Petrillo reconhece a importância da capital na carreira:
Alok Petrillo reconhece a importância da capital na carreira: "Brasília é a minha cidade" (foto: Érico Salutti/Plus Talent/Divulgação)


Em sânscrito, Alok significa luz e iluminação. Quando era um menino de apenas 12 anos, o jovem Alok Petrillo, que brincava com o pai nas picapes, talvez nem desconfiasse que seu caminho no mundo da música seria, de fato, iluminado. Hoje, aos 23 anos, o DJ foi escolhido o melhor do Brasil — depois de uma eleição promovida pela revista especializada House Mag — e ocupa lugar de destaque nos principais festivais eletrônicos do país. Agora, o brasiliense tem um desafio ainda maior: tocar na primeira edição do Tomorrowland no Brasil, em maio.



“O Tomorrowland é um fenômeno que está pegando a nova geração. Além do respaldo, nacional e internacional, de tocar num evento desse porte, será um momento em que vou apresentar meu trabalho e preparar o mercado para os DJs que chegarão daqui a uns cinco anos”, conta Alok, em entrevista ao Correio.

Confira a lista dos 50 melhores DJs do Brasil, de acordo com o ranking da House Mag.

A trajetória profissional começou em 2007. Ao lado do irmão Bhaskar, morou um ano em Londres, onde fez um curso, trocou ideias com os gringos e viajou pela Europa se apresentando em casas noturnas. Porém, em 2010, o parceiro decidiu se dedicar à área acadêmica e Alok insistiu na carreira musical. “Ter uma carreira solo já era uma coisa que eu estava querendo mesmo, era o meu plano”, aponta.

Em 2012, estourou no mundo da música eletrônica e começou a viajar pelo Brasil. Nos últimos dois anos, o DJ viu seu trabalho ser reconhecido, mas admite: o caminho não foi fácil. “Estou vivendo um sonho. Não esperava que já estivesse assim tão cedo. Tudo é resultado de um esforço, de um trabalho sério. Não é só chegar e tocar, que nem muitas pessoas pensam. Em relação à Brasília, especificamente, prova também que a gente pode fazer alguma coisa diferente do que ir para a faculdade, se formar e fazer concurso.”

Ao abandonar o típico sonho brasiliense de se tornar servidor público, Alok não se livrou de uma agenda cansativa. O músico apresenta-se em 20 eventos por mês e, apesar de morar em Águas Claras, Brasília tem ficado em segundo plano — em 2014, foram apenas três shows e, neste ano, ele abriu para o badalado DJ francês David Guetta.

Depois de se consolidar no Brasil, Alok quer alçar voos maiores. O DJ mira em uma carreira internacional e já escolheu um objetivo muito claro. Tocar ao lado dos maiores mundo no circuito europeu. “Meu sonho agora é tocar no Tomorrowland na Bélgica, no Amnesia (em Ibiza) e em clubes conceituais na Europa. Vamos ver, estamos trabalhando para isso”, conta.

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