<img src="https://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2015/03/10/474640/20150309183827123957u.jpg" alt="A love spreme elevou o status de John Coltrane a mito do jazz" />O disco <em>A love supreme</em>, de John Coltrane, completa 50 anos do seu lançamento em 2015. O trabalho que elevou o saxofonista ao status de um dos grandes compositores do estilo - e recebe, até hoje, elogios como transcendente e divino -, é essencial não apenas para admiradores e músicos de jazz, mas também para diversas gerações de personagens dentro da cultura pop.<br /><br />[SAIBAMAIS]Os irlandeses do U2, na música<em> Angel of Harlem</em>, do álbum <em>Rattle and hum</em>, de 1989, homenageiam o saxofonista e o álbum lançado em 1965. O guitarrista Carlos Santana também cita Coltrane e, especificamente, <em>A love supreme</em> como grandes influências em seu trabalho. Não por acaso, U2 e Santana são dois artistas que constantemente abordam, em sua arte, temas religiosos, assunto que é inevitavelmente discutido ao falar da produção e sonoridade dessa, considerada uma das maiores obras do jazz.<br /><br />As quatro suites de<em> A Love Supreme</em> são uma declaração pessoal do músico à sua fé em Deus e uma tentativa de se manter em um caminho espiritual após quase sucumbir ao vício em heroína. De acordo com um manuscrito que se encontra no museu Smithsonian, em Washington, e que seria uma espécie de manifesto ideológico do álbum - a quarta sessão do disco, chamada Salmo, é uma "recitação musical de oração feita pelos instrumentos de sopro", assim como "uma tentativa de atingir um nível transcendental" por meio da música.<br /><br />A matéria completa está disponível <a href="http://publica.new.correiobraziliense.com.br/app/noticia/#h2href:eyJ0aXR1bG8iOiJFeHRlcm5vOiBodHRwOi8vcHVibGljYS5pbXByZXNzby5jb3JyZWlvd2ViLmNvbS5ici9wYWdlLDI3NCw0MS5odG1sP2k9MTYxMDEwJm1ldGFfdHlwZT1kYV9pbXByZXNzbyZzY2hlbWE9ZGFfaW1wcmVzc29fMTMwNjg2OTA0MjQ0IiwibGluayI6Imh0dHA6Ly9wdWJsaWNhLmltcHJlc3NvLmNvcnJlaW93ZWIuY29tLmJyL3BhZ2UsMjc0LDQxLmh0bWw/aT0xNjEwMTAmbWV0YV90eXBlPWRhX2ltcHJlc3NvJnNjaGVtYT1kYV9pbXByZXNzb18xMzA2ODY5MDQyNDQiLCJwYWdpbmEiOiIiLCJpZF9zaXRlIjoiIiwibW9kdWxvIjp7InNjaGVtYSI6IiIsImlkX3BrIjoiIiwiaWNvbiI6IiIsImlkX3NpdGUiOiIiLCJpZF90cmVlYXBwIjoiIiwidGl0dWxvIjoiIiwiaWRfc2l0ZV9vcmlnZW0iOiIiLCJpZF90cmVlX29yaWdlbSI6IiJ9LCJyc3MiOnsic2NoZW1hIjoiIiwiaWRfc2l0ZSI6IiJ9LCJvcGNvZXMiOnsiYWJyaXIiOiJfc2VsZiIsImxhcmd1cmEiOiIiLCJhbHR1cmEiOiIiLCJjZW50ZXIiOiIiLCJzY3JvbGwiOiIiLCJvcmlnZW0iOiIifX0=">aqui</a>, para assinantes. Para assinar, clique <a href="http://publica.new.correiobraziliense.com.br/app/noticia/#h2href:eyJ0aXR1bG8iOiJFeHRlcm5vOiBodHRwczovL3d3dzIuY29ycmVpb2JyYXppbGllbnNlLmNvbS5ici9zZWd1cm8vZGlnaXRhbC9hc3NpbmUucGhwIiwibGluayI6Imh0dHBzOi8vd3d3Mi5jb3JyZWlvYnJhemlsaWVuc2UuY29tLmJyL3NlZ3Vyby9kaWdpdGFsL2Fzc2luZS5waHAiLCJwYWdpbmEiOiIiLCJpZF9zaXRlIjoiIiwibW9kdWxvIjp7InNjaGVtYSI6IiIsImlkX3BrIjoiIiwiaWNvbiI6IiIsImlkX3NpdGUiOiIiLCJpZF90cmVlYXBwIjoiIiwidGl0dWxvIjoiIiwiaWRfc2l0ZV9vcmlnZW0iOiIiLCJpZF90cmVlX29yaWdlbSI6IiJ9LCJyc3MiOnsic2NoZW1hIjoiIiwiaWRfc2l0ZSI6IiJ9LCJvcGNvZXMiOnsiYWJyaXIiOiJfc2VsZiIsImxhcmd1cmEiOiIiLCJhbHR1cmEiOiIiLCJjZW50ZXIiOiIiLCJzY3JvbGwiOiIiLCJvcmlnZW0iOiIifX0=">aqui</a>.