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Estado de Minas

Conheça o apartamento onde Renato Russo viveu no Rio de Janeiro

Ele residiu no endereço de 1990 até a morte, em 1996. Amanhã, o cantor faria 55 anos


postado em 26/03/2015 08:05 / atualizado em 26/03/2015 12:47

Ver galeria . 9 Fotos Diego Ponce de Leon/CB/D.A Press
(foto: Diego Ponce de Leon/CB/D.A Press )


Rio de Janeiro - Entre os livros, há García Lorca, dicionários de italiano e obras sobre sexualidade. A coleção de vinis traz Menudo, Bob Dylan e Rachmaninoff. No banheiro, um pôster do filme Ata-me, de Pedro Almodóvar, e bonecos inspirados em A pequena sereia. O quarto reúne mobiliário singelo, onde os detalhes sobressaem. Cartazes da Legião Urbana, ursos de pelúcia no armário e uma cruz na escrivaninha, ao lado da cama de solteiro. Tudo cabe no apartamento de Renato Russo.

Foi ali que o líder da Legião viveu os últimos seis anos de vida, até a morte em 1996. Desde então, o cenário permanece intacto. Assim revela Giuliano Manfredini, filho de Renato e atual responsável pelo imóvel em Ipanema. "As coisas estão como ele deixou. Praticamente não mexemos em nada", conta Giuliano, que abriu o apartamento para a reportagem do Correio.

Quando perdeu o pai, ele estava com apenas 7 anos de idade. Ao falar das lembranças no apartamento, Giuliano se emociona: "Foi onde passei os melhores dias com ele. Lembro-me de muita coisa. Do Natal na sala, das brincadeiras pelo corredor. Sei que meu pai nem sempre estava no melhor humor, mas comigo não. Comigo, ele estava sempre bem. Era uma criança."

Depoimento // René Sampaio


"Quando lançamos o Faroeste, imaginávamos que os fãs da Legião Urbana teriam uma relação afetiva com o filme, mesmo considerando que são duas obras distintas. Agora, com Eduardo e Monica, acreditamos que isso vá se repetir. Tudo o que é lançado sobre a obra do Renato recebe um enorme carinho dos fãs da Legião. Ainda estamos na fase de roteiro mas pretendemos lançar Eduardo e Monica para coincidir com as homenagens pelos 20 anos da morte do Renato Russo, ano que vem. Acho que a obra dele poderia dar origem não apenas a um, ou dois, mas a diversos outros filmes. Mesmo as letras mais inimistas e menos narrativas podem ser enorme fonte de inspiração para filmes, livros, peças e outras manifestações artísticas."

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