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Estado de Minas

Paulista Corciolli lança novo CD e mantém música instrumental em alta

O disco 'Infinito' traz faixas inéditas e releituras de clássicos


postado em 04/05/2015 08:01

No novo álbum, Corciolli une faixas inéditas com releituras de clássicos brasileiros(foto: Tomas Kolishc/Divulgação.)
No novo álbum, Corciolli une faixas inéditas com releituras de clássicos brasileiros (foto: Tomas Kolishc/Divulgação.)

O paulista Corciolli costuma definir o ato de fazer música instrumental nos dias de hoje no Brasil como “heróico”. Há 31 anos no mercado, o instrumentista luta pela permanência do estilo que vem perdendo espaço para outros gêneros musicais. “Se não fossem os SESCs e alguns raros festivais, não teríamos quase nada para falar. O que se promove atualmente é a cultura de celebridades, onde a música é só mero adereço para um discurso fácil e descartável. Tudo segue fórmulas prontas com letras deprimentes”, lamenta.

Como forma de tentar manter a música instrumental viva, Corciolli lançou o mais recente álbum. Infinito apresenta faixas que foram compostas nos últimos três anos pelo artista, inspiradas em experiências pessoais, ao lado de releituras de grandes sucessos da música brasileira como Se todos fossem iguais a você (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), Melodia sentimental (Heitor Villa-Lobos), A noite do meu bem (Dolores Duran) e Eu sonhei que tu estavas tão linda (Lamartine Babo e Francisco Mattoso).


A incorporação das versões no CD foi uma ideia do empresário Manoel Poladin. Ele sugeriu que Corciolli fizesse um álbum com clássicos da bossa nova em arranjos sinfônicos e com sintetizadores eletrônicos. “Achei a ideia excelente e comecei a pesquisar qual seria esse repertório. Além de interpretar Tom e Vinicius, voltei um pouco mais no tempo e encontrei canções que se alinhavam com o projeto. A oportunidade de tocá-las foi muito enriquecedora”, define.

Em geral, o disco apresenta faixas instrumentais que representam sentimentos como ilusões, amores, anseios e sonhos. É partir daí também que o músico escolheu o nome do álbum. “Eu buscava algo que traduzisse simplicidade, profundidade e fosse atemporal, pois era assim que me sentia a cada composição ou arranjo concluído”, explica.

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