<p class="texto"><img src="https://imgsapp2.correiobraziliense.com.br/app/noticia_127983242361/2015/06/17/486829/20150616181158375436a.JPG" alt="A Caravana Buriti leva arte e educação a escolas desamparadas do DF e do Entorno de Brasília" /></p><p class="texto"> </p><p class="texto">A chegada do ônibus mambembe da Caravana Buriti em cidadezinhas de Goiás e da periferia do DF já é, em si mesma, um acontecimento meio fantástico. Ele esconde um leão, um palhaço, uma engolidora de fogo? Logo, o mistério se deslinda: a trupe traz na bagagem humor, histórias, fantasia, música, teatro de rua, arte e educação, O espetáculo se instala nas escolas e praças, mas, em seguida, se desdobra em oficina, transformando as crianças de espectadoras em artistas. Essa é a principal mágica do projeto Caravana Buriti Arte Educação na Estrada que está percorrendo a Chapada dos Veadeiros para visitar Alto Paraíso, Cavalcante e Teresina de Goiás, com encerramento do roteiro em 20 de junho.<br /><br />A Caravana surgiu do prazer em estar no palco e em dividir a alegria com as crianças. Tudo nasce de miniespetáculos que se transmutam em processos criativos e colaborativos com os alunos: ;Trabalhamos muito com a roda, com o olho no olho, a amorosidade;, conta Eliana Carneiro, a idealizadora da Caravana. ;A gente acredita que os processos de livre expressão contribuem para autoestima e a formação da consciência. Nós amamos o palco, mas queremos dividir essa alegria com as crianças. Quando elas entram no jogo, a coisa fica maravilhosa. Depois, trabalhamos com os professores para que o projeto ganhe alguma raiz, embora seja itinerante e só permaneça 10 dias em cada município;.<br /><br />Desde 2010, o grupo bota o pé na estrada e já percorreu 6.500km, passou por 10 cidades, foi a 36 escolas diferentes, fez 444 espetáculos e oficinas, conheceu cerca de 14.600 crianças e professores. Em certos municípios, os professores avisam que algumas crianças não participam de nenhuma atividade. Mas, muitas vezes, eles são seduzidos para o jogo da arte: ;É justamente a criança considerada a mais encapetada ou a mais calada que conseguimos sensibilizar;, comenta Eliana. ;A professora nunca havia ouvido a voz dela e conseguimos que contasse histórias. Os professores percebem que a arte é acessível para ser utilizada no cotidiano da escola. É muito importante que alguma semente do projeto fique e germine ao longo do tempo.;<br /><br /><strong>Hora de brincar</strong><br />Além de Eliana, a trupe da Caravana é formada por Naira Carneiro (atriz, bailarina e instrumentista), Daniel Pitanga e Carlos Frazão (oficinas e atividades musicais) Isa Flor (oficina de circo) Leo Leal (oficina de circo), Cristiane Brandão (oficina de circo). Frazão coordena o grupo de percussão Tamnoá, com crianças do Paranoá. ;A formação dos professores é muito voltada para os conteúdos didáticos;, observa Naira: ;No quinto ano, as crianças não brincam mais. Mas, elas precisam brincar sempre, mexer com o corpo, jogar com a roda. A brincadeira favorece a formação de uma criança mais crítica e que aceita a sua singularidade;.</p><p class="texto"> </p><p class="texto">A matéria completa está disponível <a href="http://publica.impresso.correioweb.com.br/page,274,41.html?i=172794=da_impresso=da_impresso_130686904244">aqui</a>, para assinantes. Para assinar, clique <a href="#h2href:eyJ0aXR1bG8iOiJFeHRlcm5vOiBodHRwczovL3d3dzIuY29ycmVpb2JyYXppbGllbnNlLmNvbS5ici9zZWd1cm8vZGlnaXRhbC9hc3NpbmUucGhwIiwibGluayI6Imh0dHBzOi8vd3d3Mi5jb3JyZWlvYnJhemlsaWVuc2UuY29tLmJyL3NlZ3Vyby9kaWdpdGFsL2Fzc2luZS5waHAiLCJwYWdpbmEiOiIiLCJpZF9zaXRlIjoiIiwibW9kdWxvIjp7InNjaGVtYSI6IiIsImlkX3BrIjoiIiwiaWNvbiI6IiIsImlkX3NpdGUiOiIiLCJpZF90cmVlYXBwIjoiIiwidGl0dWxvIjoiIiwiaWRfc2l0ZV9vcmlnZW0iOiIiLCJpZF90cmVlX29yaWdlbSI6IiJ9LCJyc3MiOnsic2NoZW1hIjoiIiwiaWRfc2l0ZSI6IiJ9LCJvcGNvZXMiOnsiYWJyaXIiOiJfc2VsZiIsImxhcmd1cmEiOiIiLCJhbHR1cmEiOiIiLCJjZW50ZXIiOiIiLCJzY3JvbGwiOiIiLCJvcmlnZW0iOiIifX0=">aqui</a>. </p>