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Estado de Minas

Um gigante oponente de carne e osso

Ron Howard propõe reflexões sobre ambição, em No coração do mar, aventura que recria drama desenvolvido em Moby Dick


postado em 03/12/2015 07:43

As cenas de ação no mar não se tornam recurso desmedido: aventura, proporcionalmente, casa com drama, no filme de Ron Howard(foto: Warner Bros/Divulgação)
As cenas de ação no mar não se tornam recurso desmedido: aventura, proporcionalmente, casa com drama, no filme de Ron Howard (foto: Warner Bros/Divulgação)

Um oponente palpável de 80 toneladas e quase 30 metros de comprimento, num filme livre do modelo de aventura modernosa quase obrigatório, atualmente, em Hollywood. Com enredo clássico e em nada ultrapassado, No coração do mar aposta no senso de ação moderado, mas realista, saído das páginas da épica literatura norte-americana por trás de Moby Dick, romance de Herman Melville. Na telona, boa parcela do desastre descrito tem implicação com uma baleia-branca, que baratina conceitos de caça e caçador.

Diretor do filme estrelado por Chris Hemsworth (de Os Vingadores), Ron Howard, porém, prefere não se render à lenda. Perseguiu o embrião da realidade que deu molde aos escritos de Melville, e chegou à trama defendida pelo historiador Nathaniel Philbrick, autor de No coração do mar: a história real que inspirou o Moby Dick de Melville, premiado texto de 2000. Vingança, tensão e pânico revestem a história de roteiro entregue ao cineasta pelas mãos de Hemsworth, à época em que ambos eram parceiros em Rush — No limite da emoção.

 

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