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Estado de Minas

Confira entrevista exclusiva com Michael Kelly, astro de 'House of cards'

Além da conversa com o ator que interpreta Doug Stamper, o Correio também fala sobre novidades da Netflix


postado em 19/03/2016 06:59

Doug Stamper é um dos destaques da quarta temporada de 'House of cards'(foto: David Giesbrecht/Netflix)
Doug Stamper é um dos destaques da quarta temporada de 'House of cards' (foto: David Giesbrecht/Netflix)
 

 

Buenos Aires — Desde o lançamento da quarta temporada de House of cards, no mesmo em dia em que o ex-presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva foi enquadrado na Operação Lava-Jato, a série e a política do país parecem estar andando lado a lado. Brincadeiras à parte, o ator Michael Kelly, que vive Doug Stramper (o fiel escudeiro de Frank Underwood, papel de Kevin Spacey), aproveitou sua passagem por Buenos Aires, enquanto divulgava a série para falar sobre as comparações da história com a política brasileira. "Não sei o suficiente para comentar sobre o que está acontecendo na política do Brasil, mas sei que há uma crise econômica. Estamos vivendo tempos bem malucos", analisa o astro.

Michael Kelly falou diversas vezes sobre política enquanto comentava a nova temporada House of cards — o astro chegou a cursar ciências políticas na universidade. Tema esse que o ator acredita ser o grande trunfo da trama. “A série fala de poder, que é algo fácil de se relacionar em qualquer lugar do mundo.”

Sobre a quarta temporada, Kelly destaca a importância da chegada de novos personagens, principalmente, os femininos. “Acho que as mulheres fizeram um ótimo reforço. São grandes atrizes, com papéis fortes”, afirma. Ainda em relação a sequência, o intérprete de Doug conta que os produtores já haviam revelado que após o destaque na terceira temporada, seu personagem daria espaço para outros brilharem. “Durante duas temporadas, Doug foi um personagem específico e na terceira passa por uma virada. Mas eu nunca tive expectativa sobre o que ia acontecer. Já sou muito feliz pela oportunidade”, comenta. Um dos desejos do astro é poder dirigir algum dia pelo menos um episódio da série, que já tem uma quinta temporada confirmada, ainda sem data de estreia. “Sou muito interessado em política e sempre estive envolvido”, justifica.

 

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Três perguntas // Juan Pablo di Pace

Como é fazer parte de uma série como Fuller house?
É muito emocionante. É uma série tão amada e não é sempre que você tem a oportunidade de estar em algo que é um fenômeno. As pessoas choraram e riram com Full house.

Como é dividir a cena com Andrea Barber, que dá vida a Kimmy?
O talento dela é enrome. Andre parou de fazer Kimmy e voltou anos depois pronta para reviver de novo e ainda melhor do que antes.

Qual mensagem que Fuller house deixa para os fãs?
Que não importa o que acontece você não será deixado para trás. Esse sentimento de família. Tem um episódio que a Kimmy fala para a D.J. que ela foi amiga dela quando ninguém quis ser. Acho que é uma série sobre os oprimidos.

Duas perguntas // Soni Nicole Bringas

Qual é o desafio de fazer uma personagem nova em uma série aclamada?
Foi uma pressão entrar, porque os fãs não estavam acostumados com os novos personagens. Precisávamos mostrar quem somos e como funcionávamos na série. No início foi difícil, pois o elenco antigo já sabia tudo: tempo da piada, onde se posicionar, para qual câmera olhar...

Você é muito jovem. Conseguiu assistir a série original antes de ser chamada para fazer Fuller house?
Na verdade não, mas não gosto de dizer isso. Eu não morava nos Estados Unidos. Mas quando entrei no elenco sabia que tinha que ver. Ganhei os DVDs de Natal e assisti tudo. É ótimo ver como D.J. e Stephanie cresceram. E continuam com o mesmo espírito.
 

 

*A repórter viajou a convite da Netflix

 

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