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Estado de Minas

Documentário mostra cotidiano dos moradores do DF

Coprodução internacional tem participação do cineasta Bart Simpson


postado em 02/04/2016 07:30

Bart Simpson procurou um viés diferente no documentário: depoimentos atuais(foto: Cícero Bezerra/Divulgação)
Bart Simpson procurou um viés diferente no documentário: depoimentos atuais (foto: Cícero Bezerra/Divulgação)
 

Brasília, vida depois do design é um documentário dirigido pelo cineasta Bart Simpson. O longa-metragem é uma coprodução entre Brasil, Canadá e Escócia e mostra a vida de moradores do Distrito Federal e os conflitos que Brasília, planejada para 500 mil habitantes, enfrenta. Entre os moradores que têm as vidas retratadas estão anônimos e personalidades, como a cantora Ellen Oléria, o poeta Nicolas Behr, a designer Gabriela Bilá e o vendedor ambulante Willians Palma.

O primeiro contato de Simpson com a capital federal foi em 2004, quando The corporation, filme que produziu, participou do Festival Internacional de Cinema de Brasília (FicBrasília). “Era a minha primeira vez no Brasil. Fiquei fascinado pela natureza do plano urbanístico de Brasília. Muitos e muitos filmes foram produzidos sobre o tema”, conta o cineasta. Antes de começar as filmagens, Bart pesquisou outros documentários que retratassem a história da cidade e procurou fugir da abordagem que a maioria tinha.

“Em 2010 descobri que a maioria eram documentários baseados em entrevistas ocorridas há muitos anos. Como estrangeiro, estava interessado em descobrir como é se sentir vivendo em Brasília nos dias atuais”, revela Simpson. O modelo adotado por ele foi o do cinema direto, no qual os envolvidos com as gravações não interferem na realidade que estão registrando. “Esse é um modo mais íntimo de se fazer cinema”, afirma.

Miscigenação


Os personagens que fazem parte de Brasília, vida depois do design ajudam a contar um pouco sobre a miscigenação cultural que forma a capital federal. Uma delas é a designer e arquiteta Gabriela Bilá, autora do livro O novo guia de Brasília, que reúne fotos e textos sobre a cidade. No documentário, ela fala sobre as curvas da cidade, que têm relação direta com a profissão de Gabriela.

 

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