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Estado de Minas

Artista plástica financia a própria publicação

Verônica Saiki resolveu bancar do próprio bolso o livro em quadrinhos Verdugo, o inacreditável. O lançamento é hoje, a partir das 16h, na livraria Dom Quixote, do CCBB


postado em 23/04/2016 13:57

Verdugo, o inacreditável - Procurados é o primeiro livro de Verônica Saiki(foto: Verônica Saiki/Divulgação)
Verdugo, o inacreditável - Procurados é o primeiro livro de Verônica Saiki (foto: Verônica Saiki/Divulgação)
 

Depois de não conseguir arrecadar o suficiente em uma campanha de financiamento coletivo em 2015, a artista plástica Verônica Saiki resolveu bancar do próprio bolso a publicação do livro em quadrinhos Verdugo, o inacreditável — Procurados. Verônica lança hoje, a partir das 16h, na livraria Dom Quixote, do CCBB, algumas das histórias, marcadas pela poesia e pela positividade do personagem Verdugo.

A história principal se passa no velho oeste. “Foi até para brincar com essa parte mais rústica do traço, com desenhos bem cartoonizados”, conta Verônica. Os personagens da artista plástica são uma maneira de tentar compreender melhor o comportamento humano. “É uma forma de caminhar pelo lado sensível e insensível das pessoas”, explica.

 



Antes de levar o protagonista Verdugo para o livro, Verônica publicou as histórias do personagem tanto em seu site como em revistas. “Comecei fazendo fanzines dele e foram cinco publicações. Depois, vieram outras duas com a editora Júpiter 2, de São Paulo.” Além disso, as histórias de Verdugo também foram publicadas em duas edições da revista Quico, editada por Verônica, e em um coletivo de quadrinistas do Centro-Oeste.

“Busco sempre uma maneira positiva de contar as histórias. A ideia central é essa”, afirma Verônica. Para a artista, tratar de temáticas assim é ainda mais importante em tempos tão conturbados. “A sociedade hoje está em um momento complicado, em que acontece uma troca de valores. Tudo está muito confuso, mas esse olhar positivo e poético tem que prevalecer acima de qualquer coisa.”

Verônica recusa o rótulo de quadrinista ou de autora. “Sou uma artista plástica e os quadrinhos são mais uma ferramenta dentro desse campo que eu posso usar”, afirma a artista, que também produz caricaturas, esculturas e telas.

 

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