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Correio Braziliense

Crianças aprendem choro em escolas públicas de Brasília

Convênio entre a Secretaria de Educação do DF e a Escola de Choro Raphael Rabello permite a introdução do gênero na rede pública de ensino e no Entorno


postado em 14/06/2016 07:06 / atualizado em 14/06/2016 08:44

Alunos da rede pública de ensino do DF são iniciados pela Escola de Choro Raphael Rabello(foto: Rayan/Divulgaçao)
Alunos da rede pública de ensino do DF são iniciados pela Escola de Choro Raphael Rabello (foto: Rayan/Divulgaçao)
 

Há três anos, o Clube do Choro de Brasília apresentou ao Iphan proposta de tombamento do choro como patrimônio imaterial do povo brasileiro. Algumas das exigências do órgão, ligado ao Ministério da Cultura, para que a concessão seja efetivada vêm sendo cumpridas pela instituição brasiliense — com quase 40 anos de existência.

Desde a 1997, a entidade desenvolve, de forma ininterrupta, entre a segunda quinzena de março e a primeira de dezembro, projetos que homenageiam consagrados compositores brasileiros. Um ano depois, inaugurou a Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, que se tornou referência em todo o país e tem revelado incontáveis instrumentistas, Alguns deles, hoje, brilham nacional e internacionalmente.

"A Escola de Choro, desde abril, é responsável por outra ação, que visa disseminar o gosto por esse importante gênero musical, genuinamente brasileiro, ao promover a aproximação de jovens estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal e do Entorno com o Clube do Choro", explica Henrique Santos Filho, o Reco do Bandolim, presidente do Clube do Choro. Hoje, novo encontro vai ocorrer, das 10h às 11h.

Quem intermediou essa interação entre o Clube do Choro e a Secretaria de Educação foi a arte educadora Maria Duarte. Ela esteve no primeiro encontro, ocorrido há dois meses, no Espaço Cultural do Choro e destacou. “Naquele dia, pude perceber o grande interesse que o chorinho despertou naqueles mais de 300 estudantes da 4ª a 6ª séries, matriculados em escolas de São Sebastião, Cristalina, Luziânia e Valparaís.”

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