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Correio Braziliense

Arte, terror e adaptações literárias dominam as estreias em cinema

Da bizarra boneca artesanal vista em Annabelle 2 ao último filme do mestre polonês Andrzej Wajda: circuito de filmes surpreende


postado em 17/08/2017 07:42 / atualizado em 17/08/2017 09:56

Annabelle 2: A criação do mal domina as salas de cinema do DF(foto: Paramount / divulgação)
Annabelle 2: A criação do mal domina as salas de cinema do DF (foto: Paramount / divulgação)
 

 

Puxado, no Brasil, por um sucesso anterior, que rendeu R$ 42 milhões, Annabelle 2: A criação do mal chega às telas, desvendando um mistério: que ligação haveria entre garotas de um orfanato e a maldosa boneca artesanal que dá nome ao filme de horror? Transtornos de ordem familiar também movimentam a animação Uma família feliz, filme do alemão Holger Tappe. Na trama, com os integrantes transformados em monstros, uma família busca por quase inatingíveis níveis simplórios de felicidade.



Numa linha mais densa, o britânico Lady Macbeth expõe uma série de assassinatos desencadeados pela matriarca Katherine. Uma mudança de paradigma, igualmente, cerca os protagonistas de outra estreia: Os últimos dias em Havana. Depois do belo documentário Suite Habana (2003), o diretor Fernando Perez investe na relação do desabonado Miguel (Patrício Wood), envolvido por um amigo doente, mas, ainda assim, interessado em deixar Cuba.
 
Finalmente, o circuito de cinema ganha duas estreias ligadas às artes: a cinebiografia de João Carlos Martins, pela ótica do diretor Mauro Lima, em João, o maestro; e o mestre polonês Andrzej Wajda (morto ano passado), em Afterimage, busca relatar a superação física e ideológica pela qual passou o pintor Wladyslaw Strzeminsky (interpretado por Bugoslaw Linda).


 

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