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Correio Braziliense

Documentário brasiliense ganha prêmio de melhor curta em festival de SP

Afronte, de Marcus Azevedo e Bruno Victor, foi premiado no festival Mix Brasil


postado em 24/11/2017 09:40 / atualizado em 24/11/2017 09:49

Afronte conta a história do jovem Victor Hugo, que é gay, negro e morador de periferia (foto: Divulgação/Festival de Brasília)
Afronte conta a história do jovem Victor Hugo, que é gay, negro e morador de periferia (foto: Divulgação/Festival de Brasília)

O documentário Afronte, que conta a história da tranformação de Victor Hugo, um jovem negro, gay e morador da periferia do Distrito Federal, ganhou o prêmio de melhor curta-metragem brasileiro na 25ª edição do festival Mix Brasil. Com essa premiação os diretores do filme ganharão um incentivo para executar novas produções audiovisuais. 

 

Afronte foi dirigido por Marcus Azevedo e Bruno Victor. A dupla, com a história de empoderamento e valorização do negro gay, já havia conquistado o Prêmio Saruê, concedido pelo Correio Braziliense, no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, realizado em setembro deste ano.

 

 

 

O festival Mix Brasil é realizado em São Paulo e procura trazer diversidade no cinema, na música e nas artes cênicas, apresentando tanto produções nacionais como internacionais. O objetivo é aprofundar discussões sobre identidade de gênero e sexualidade. 

Confira a lista completa de premiados:

Coelhos de ouro:  

 

Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil 

Melhor Longa-Metragem Brasileiro: Guigo offline, de René Guerra

Melhor Curta-Metragem Brasileiro: Afronte, de Bruno Victor e Marcus Azevedo 

 

Coelhos de prata: 

 

Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil para Curtas-metragens

Melhor Direção: Andréia Pires e Leonardo Mouramateus, por Vando vulgo Vedita

Melhor Roteiro: Paulo Roberto, por Stanley

Melhor Interpretação: Gilda Nomacce, por Minha única Terra é na Lua

Menção Honrosa: Estamos todos aqui, de Chico Santos e Rafael Mellim

 

Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil para Médias e Longas-metragens

Melhor Direção: Carolina Jabor, por Aos teus olhos

Melhor Roteiro: Esmir Filho e Mariana Bastos, por Alguma coisa assim

Melhor Interpretação: Caroline Abras, por Alguma coisa assim

Menções Honrosas: Meu nome é Jacque, de Angela Zoé e Serguei, o úlitmo psicodélico, de Ching Lee e Zahy Tata Pur’gte

Prêmio do Público

Melhor Curta-Metragem Nacional: Estamos todos aqui, de Chico Santos e Rafael Mellim

Melhor Curta-Metragem Internacional: Mario, Kike e David, de Miguel Lafuente

Melhor Longa-Metragem Nacional: Luana Muniz — Filha da Lua, de Rian Córdova e Leonardo Menezes

Melhor Longa-Metragem Internacional: Close-knit, de Naoko Ogigami 

 

Prêmios Especiais: 

 

Prêmio Ícone Mix: Gus Van Sant

Prêmio Suzy Capó: a peça Desmesura, do Grupo Teatro Kunyn

Prêmio Mix HIV: Meu nome é Jacque, de Angela Zoé

Prêmio Canal Brasil de Incentivo ao Curta Metragem: Dandara, de Flávia Ayer e Fred Bottrel

Prêmio SescTV: Vaca profana, de René Guerra

Prêmio Show do Gongo: Confessions, de Rafael Saparelli

Prêmio Ida Feldman: Maria Clara Spinelli 

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