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Correio Braziliense

CCXP: Will Smith rouba cena em painel do filme Bright

Famoso por produções como O maluco no pedaço e Homens de preto, o ator esteve na convenção para promover seu próximo longa-metragem


postado em 11/12/2017 08:01 / atualizado em 11/12/2017 11:37

O diretor, David Ayer, Will Smith e Joel Edgerton na CCXPP(foto: Divulgação)
O diretor, David Ayer, Will Smith e Joel Edgerton na CCXPP (foto: Divulgação)

 
São Paulo - A simpatia e a popularidade de Will Smith fizeram com que o ator se tornasse o artista mais celebrado da quarta edição da Comic Con Experience (CCXP). Ele veio ao Brasil para participar do painel da Netflix que promoveu o filme Bright, o qual ele protagonizará, neste domingo (10/12).

Conhecido no país por atuações em tramas como O maluco no pedaço, Homens de preto, Bad boys e Esquadrão suicida, Will Smith chamou atenção mesmo antes de entrar no painel. O astro rodou a feira fantasiado de orc e foi até o estande da plataforma, o que levou o público a loucura.

Durante o painel, falou algumas frases em português, puxou um coro de rap, cantou a música de abertura de O maluco no pedaço, autografou uma capa de disco e exibiu uma bandeira do Brasil ao fim do evento, tudo isso sendo recebido com muitas aplausos, gritos e respostas de "Will, Will", dos fãs.

Filme Bright

Com lançamento em 22 de dezembro na plataforma de streaming, Bright é a nova aposta de Will Smith. A trama se passa em um mundo em que humanos e seres fantasiosos, como elfos, orcs e fadas, convivem numa mesma sociedade. Smith dá vida ao policial Ward, que tem como companheiro o primeiro policial orc do mundo, Nick, papel de Joel Edgerton.

Com direção de David Ayer (Esquadrão suicida), o longa-metragem é uma mistura de gêneros, unindo ação, fantasia, drama, humor e ficção científica. Will Smith preferiu definir como uma fusão entre O senhor dos anéis e Dia de treinamento.
 
 

O filme foi gravado nas ruas de Los Angeles num período de 70 dias, com filmagens, principalmente, no período da noite. Um dos principais destaques da produção é a maquiagem dos seres fantásticos, como os orcs. "Pesquisamos bastante sobre a maquiagem. Fizemos uns 10 testes antes de acertar", lembra o diretor. 

Edgerton, que precisou da caracterização de orc, costumava ficar até três horas e meia na maquiagem, além de usar uma máscara de latex. "Temos uma equipe fantástica, que ganhou o Oscar de maquiagem por Esquadrão suicida. Não tinha ninguém melhor", garante o ator.

Sobre as cenas de ação, Will Smith conta que foram filmadas de forma bastante real. "Ele (o David) capta uma autenticidade. Tudo acontecida de verdade. Ele quebrou quatro dublês", revela o intérprete de Ward.

Uma das temáticas do filme é a questão da diversidade, o que o diretor disse ser um olhar de um problema mundial: o racismo. "(A ideia) Era abrir os olhos das pessoas para esses problemas ainda existentes", conta.

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