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Correio Braziliense

'Star wars: Os últimos Jedi' estreia na quinta. Saiba mais sobre o filme!

Oitavo capítulo da saga chega aos cinemas na quinta revelando novas faces de Luke Skywalker


postado em 13/12/2017 07:00 / atualizado em 12/12/2017 18:13

Em Os últimos Jedi, o mistério sobre o exílio de Luke é desvendado (foto: Divulgação/Lucasfilm)
Em Os últimos Jedi, o mistério sobre o exílio de Luke é desvendado (foto: Divulgação/Lucasfilm)

 
Muito tempo atrás, em uma galáxia muito, muito distante, o diretor Rian Johnson jamais poderia imaginar, enquanto brincava com bonecos de Luke Skywalker, que estaria à frente de um longa de Star wars. Pois agora Johnson tem a responsabilidade de assinar roteiro e direção do oitavo filme da franquia, Os últimos Jedi, que estreia nos cinemas à 0h01 de quinta (14).

Johnson precisa dar continuidade ao sucesso de O despertar da força, longa anterior que conquistou apoio arrebatador de público e crítica e adicionou novos personagens ao universo da saga. E, a julgar pelos comentários prévios de críticos americanos que tiveram acesso ao filme na premiere, o cineasta conseguiu.

“Tocante, engraçado e poderoso”, escreveu o crítico Erik Davis, do site Fandango, nas redes sociais. Os especialistas não pouparam elogios, alguns chegaram a comparar o filme aos melhores momentos da saga original. “É o melhor Star wars desde a trilogia original, talvez o melhor desde O império contra-ataca”, disse Tim Molloy, do portal The Wrap.

O retorno

Os últimos Jedi começa exatamente no ponto em que O despertar da força terminou: quando a nova protagonista Rey (Daisy Ridley) encontra o exilado Luke Skywalker (Mark Hammil) para buscar ajuda na luta contra a ameaça dos vilões Kylo Ren (Adam Driver) e Snoke e para entender sobre o poder que ela mesmo tem.

Luke é central na trama. As razões pelas quais decidiu permanecer isolado e quais serão as próximas atitudes do protagonista da trilogia original são um dos pontos fortes do enredo. Ao que tudo indica, o personagem ganhará um tom mais sombrio no novo filme.
 
 

“Bem, não posso dizer demais sobre ele, porque descobrir isso é parte da aventura e da jornada no filme. Muito do que é o seu personagem neste filme foi definido por uma combinação de ele ter sido conduzido por um certo caminho pela grande escolha que ele havia feito para estar no exílio”, explicou o diretor Rian Johnson, em entrevista ao site oficial da franquia.

A trajetória de Luke, no entanto, é ligada ao desenvolvimento de Rey, explica o diretor. O que acontece com ele é fundamental para a história dela, ainda que, a princípio, o velho Jedi se recuse a colaborar com a novata. “A história de Luke neste filme, até certo ponto, serve à história de Rey. Então esse foi o outro elemento. Onde quer que ele estivesse e o que quer que ele fosse, não conseguiria pensar nele no vácuo. Esta trilogia não é apenas a história de Luke.”

Outro personagem inserido no longa anterior que tem participação fundamental em Os últimos Jedi é Finn (John Boyega). O ex-stormtrooper será confrontado com a decisão de se aliar ou não de fato ao grupo de resistência contra os vilões da Primeira Ordem.

“Percebi que ele atua por motivação pessoal, não como motivação ideológica. É meio bonito. Mas ele também está no meio de uma guerra e a ideia de colocá-lo em uma situação em que ele deveria ter que fazer escolhas maiores era muito interessante para mim”, comentou Johnson.

Assim como em O despertar da força, as fraquezas e as dúvidas do vilão Kylo Ren estarão expostas. Dividido entre o passado familiar e a nova posição, a jornada de Kylo deve ser outro destaque do filme. “Ele é interessante porque o vilão é sempre interessante, mas também porque, eu acho, você pode ver suas falhas e suas vulnerabilidades”, acredita Johnson.

Despedida

Os últimos Jedi marca a despedida de Carrie Fisher. A atriz, que interpretava Leia, morreu em dezembro do ano passado depois de sofrer uma parada cardíaca. Alguns elementos tiveram que ser alterados pela perda de Fisher, ainda que as cenas do filme já estivessem gravadas.

Johnson conta que Fisher sabia da importância do papel de Leia para a saga e para os fãs, sobretudo mulheres que a tinham como referência. “Ela estava muito consciente do que Leia significava para os fãs, especialmente para as fãs femininas. Isso era algo que ela realmente segurava em seu ombro. Ela estava muito ciente disso e sempre trazia isso para ajudar”, disse.

O diretor destacou a alegria de Fisher no set e a competência da atriz. “Ela faz uma performance muito bonita no filme e, emocionalmente, ela vai para alguns lugares que a Leia realmente não passou antes.”

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