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Correio Braziliense

Elza Soares anuncia novo disco para este ano

'Deus é mulher' está previsto para abril e deverá ter 11 faixas


postado em 18/01/2018 12:00 / atualizado em 18/01/2018 12:04

Aos 87 anos, Elza Soares ainda está ativa (foto: Objetiva Comunicação/Divulgação)
Aos 87 anos, Elza Soares ainda está ativa (foto: Objetiva Comunicação/Divulgação)

  
A cantora Elza Soares, 87 anos, vai lançar o 33º álbum da carreira em 2018. O disco está sendo gravado no Rio de Janeiro e em São Paulo pela Deck Disc. Com o nome de Deus é mulher, esse será o primeiro trabalho da cantora depois de A mulher do fim do mundo (2015). O lançamento está previsto para abril deste ano. 

De acordo com a nota da gravadora, o álbum é o início de uma era guiada pela energia feminina. O processo de escolha das canções do novo disco começou com 60 músicas. Foram escolhidas 20 e, por fim, o produto final deve ter 11 faixas. O nome escolhido veio de uma música do carioca Pedro Luís, Deus há de ser. O repertório também conta com músicas de Tulipa Ruiz, Alice Coutinho e Mariá Portugal.

A cantora afirmou, em entrevista ao Estado de São Paulo, que Deus é mulher é uma continuação do que foi iniciado pelo álbum passado. "Estou muito preocupada com o presente", afirma Elza, que já sofreu com relacionamentos abusivos e racismo. A cantora disse, ainda, que a luta das mulheres, dos negros e homossexuais é a bandeira que carrega. "Vivi o que canto hoje", completa.  

O trabalho passado de Elza Soares fez sucesso no ano de lançamento e levou a cantora a festivais de música em todo o mundo. A estética de A mulher do fim do mundo mesclando elementos da música popular e da alternativa agradou o público. A recente parceria da cantora com Pitty também deu o que falar.

Para o novo trabalho, a banda escolhida pelos produtores é formada por Marcelo Cabral (baixo), Kiko Dinucci (guitarra, sintetizador e sampler), Rodrigo Campos (cavaquinho e guitarra). Mariá Portugal (bateria, percussão e MPC) e Maria Beraldo (clarinete e clarone) vêm aumentando a participação feminina. A produção do álbum ainda é de Guilherme Kastrup. Rômulo Fróes assina direção artística. 

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