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Correio Braziliense

Filme de José Padilha vai ser lançado no primeiro semestre do ano no Brasil

'7 dias em Entebbe' fala sobre o sequestro do voo 139 da Air France, que aconteceu em 1976


postado em 30/01/2018 19:43 / atualizado em 30/01/2018 19:43

Além de José Padilha outros brasilieos estão envolvidos com a produção(foto: REUTERS/Fred Prouse)
Além de José Padilha outros brasilieos estão envolvidos com a produção (foto: REUTERS/Fred Prouse)

O novo longa-metragem do diretor brasileiro José Padilha (Tropa de elite), 7 dias em Entebbe, deve chegar ao Brasil ainda neste semestre. Nos Estados Unidos, o filme vai estreiar em 16 de março e tem como atores Rosamund Pike (Garota exemplar), Daniel Brühl (Bastardos inglórios) e Eddie Marsan (Branca de Neve e o caçador), que fazem respectivamente os papeis de Brigitte Kuhlmann, Wilfried Böse e Shimon Peres. 

 

A produção, que será distribuída pela Diamond Films, conta ainda com a trilha sonora assinada por Rodrigo Amarante, da banda Los Hermanos; a montagem feita por Daniel Rezende, diretor de Bingo, o rei das manhãs; a direção de fotografia por Lula Carvalho, que também participa de Tropa de elite; e o roteiro de Gregory Burke.

 

A trama conta toda a peripécia que foi resgatar os passageiros do voo 139 da Air France. A aeronave fazia o trajeto Tel Aviv para Paris, em 1976, quando terroristas sequestraram os 239 passageiros e o pousaram o avião em Entebbe na Uganda.

 

Os terroristas fizeram isso para que o mundo pensasse sobre a questão da Palestina. As autoridades, então, têm exatamente uma semana para fazer o resgate e trazer a maior quantidade de passageiros ainda com vida. Porém, elas ficam num impasse. Têm que decidir qual ação será mais efetiva: negociar com um grupo terrorista ou tentar bolar um resgate.

 

A première mundial de 7 dias em Entebbe vai ser realizada no Festival de Cinema de Berlim, entre 15 e 25 de fevereiro. Também serão exibidos na 68ª edição do Berlinale, três curtas brasileiros Alma bandida, de Marco Antônio Pereira; Terremoto santo, de Bárbara Wagner e Benjamin de Burca, e Russa, de João Salaviza e Ricardo Alves Jr. 

 

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