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Correio Braziliense

Banda Paulo Mesquita & Os brancos toca hoje na festa Danceteria

A banda liderada por Paulo é a atração principal festa em clima retrô, no salão social do Iate Clube


postado em 17/03/2018 07:33

Paulo Mesquita & Os brancos lançam disco Arte abstrata em festa hoje, no Iate Clube(foto: Gabriel Souto/Divulgacao)
Paulo Mesquita & Os brancos lançam disco Arte abstrata em festa hoje, no Iate Clube (foto: Gabriel Souto/Divulgacao)

 
Paulo Mesquita é roqueiro desde sempre. Na infância, em Belém, já ouvia Joe Division, The Cure, U2, Legião Urbana e Titãs. Adolescente, ao se mudar para Belo Horizonte, no início da década de 1990, formou a primeira banda, Tribos, e começou a tocar no circuito noturno da capital mineira. “Lá usava o mesmo estúdio onde o Skank (que ainda se chamava Pozo Alto) ensaiava; e costumava tocar no palco da Fábrica de Macarrão, onde se apresentavam as bandas Pato Fu, Virne Lise, além do Skank. Todas em início de carreira”, lembra o cantor e compositor.

“Naquela época eu já compunha e cheguei a gravar dois discos. Em 1996 vim morar em Brasília, com a minha mãe, na 111 Norte; e logo descobri Blues Pub, El Franguito e Zavinus, bares de Taguatinga onde se ouvia rock. Dois anos depois, montei a minha primeira banda brasiliense, que durou apenas oito meses. Já a Ultrasom, criada para participar do Porão do Rock de 2000, mantive até 2003 e chegamos a gravar um CD”, recorda-se.
 

A partir dali, Paulo deixou um pouco de lado os projetos autorais. “Estava difícil sobreviver com trabalho autoral. Os donos de bares e casas noturnas só abriam espaço para bandas cover. Segundo eles, era isso que o público queria ouvir. Durante algum tempo, como vocalista, me dividi entre as bandas U2 Elevation e Capital Urbana. Um dos lugares onde mais nos apresentávamos era o Bafafá Cultural, na Avenida Samdu Norte, também em Taguatinga”, explica.

Mas foi em 2009 que Paulo conseguiu se posicionar melhor na cena musical da capital. “Em 13 de setembro daquele ano, surgiu a Paulo Mesquita & O brancos, que, desde então, com regularidade, tem ocupado espaços significativos, ao cumprir temporadas em vários bares da cidade. Além disso, temos sido convidados para tocar em festas particulares e eventos diversos, com os promovidos pelo produtor Paulinho Madrugada”, conta.

Hoje, por exemplo, a banda liderada por Paulo é a atração principal da Danceteria, festa, em clima retrô, no salão social do Iate Clube, com início às 22h. “O show que faremos servirá também para lançarmos Arte abstrata, nosso segundo CD de composições autorais. Durante a apresentação, em que vamos tocar clássicos da obra das grandes bandas nacionais e internacionais, mostraremos quatro faixas do disco, que estará à venda no local”, anuncia.

De produção independente, o Arte abstrata traz sete músicas, todas compostas por Paulo Mesquita, nas quais fica claro a formação roqueira que ele sempre alardeia: Tudo é possível, Diferença e crescimento, Conselho de aprendiz, Na vida, Yana, Só o amor vai te salvar e Histeria rock and roll. “Na capa utilizei um desenho da minha filha Yana, de seis anos”, revela o pai coruja.


Paulo Mesquita & Os brancos
Show da banda na festa Danceteria. Hoje, às 22h, no salão social do Iate Clube (Setor de Clubes Sul), com a participação do DJ Cottonete. Ingressos: R$ 70 (não sócios) e R$ 35 (sócios). Não recomendado para menores de 18 anos.
 
 
 
 


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