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Correio Braziliense

Mais saga para os robôs gigantes de Círculo de Fogo

Quase cinco anos depois do primeiro longa lançado por Guillermo del Toro, Círculo de Fogo é retomado, com direção de Steven S. DeNight e desafios entre seres humanos


postado em 22/03/2018 07:43

Uma guerra desigual é a promessa, na ação de Círculo de Fogo: A revolta(foto: Internet / Reprodução)
Uma guerra desigual é a promessa, na ação de Círculo de Fogo: A revolta (foto: Internet / Reprodução)

 

Caracterizado por fossas geológicas e enorme instabilidade para a Terra, o Círculo de Fogo do Pacífico foi o ponto de partida para que a dupla de roteiristas Travis Beacham e Guillermo del Toro estabelecesse o sucesso de US$ 411 milhões que deu lastro às bilheterias do longa Círculo de Fogo (2013). Passados cinco anos, del Toro (premiado por A forma da água) serviu mais como produtor, abandonando o posto de direção que, na sequência Círculo de Fogo: A revolta, cabe a Steven S. Denight.

 

Enquanto a busca por controle de terreno moveu a trama do filme de 2013, Steven S. Denight centrou boa parte da nova aventura no na aparente cisão entre humanos. Filho do heróico Stacker (Idris Elba), atuante na primeira aventura, datada de uma década (o novo filme transcorre em 2035), o promissor Jake Pentecost (John Boyega, de Star Wars: O despertar da força) tem os planos inconclusos. Na verdade, ele vive num limbo, obscurecido por ajudar na depredação de robôs gigantes, correndo atrás de peças de Jaeger (lendárias máquinas criadas por humanos).

 

Uma bomba nuclear teria posto fim nos ameaçadores Kaijus (monstros criados por alienígenas), que seguem atormentando as perspectivas de um mundo traumatizado. Com a tecnologia em primeiro plano, para entreter (e ampliar) o público brasileiro de mais de 1,16 milhão (no caso do primeiro longa), o diretor Steven S. Denight (da série Demolidor) contou com a colaboração de autores dos roteiros de The handmaid´s tale e da franquia Maze Runner.

 

Embates entre irmãos 

 

"Um garoto insolente com um tanto de falta de controle" — é desta forma que o ator John Boyega conta que construiu o personagem central, desiludido com vitórias da família. Diretor de fotografia de Star Wars: O despertar da força, Dan Mindel encontrou Boyega, intérprete de Finn, na nova aventura. Irmã adotiva do atual personagem de Boyega, Jake, Mako Mori (a cargo da japonesa Rinko Kikuchi) terá fundamental papel no filme de Denight: aperfeiçoando o esquema de pontes neurais humanas, ligadas aos enormes Jaegers (que bloquearam as perigosas fendas no Oceano Pacífico), Mako vai tentar integrar o irmão a Nate (Scott Eastwood), um antigo colega, mas atual rival.

 

Chamados de rangers, Nate e Jake serão alvos de estudos dos cientistas vividos por Burn Gorman e Charlie Day. Uma hacker (vivida pela estreante Cailee Speeny), forças paralelas cibernéticas exploradas pela executiva Liwen Shao (a atriz chinesa Tian Jing) e a problemática de embates entre os próprios Jaeger estão entre as novidades do enredo. “A compatibilidade de sincronismo (entre os parceiros que controlam os Jaegers) pode ser incrementada ao longo do tempo, na nova trama”, adiantou, em material de divulgação, o diretor Steven S. Denight. Entre as locações, China, Japão, Estados Unidos, Austrália e parte do território russo (mais precisamente, a Sibéria) estão representados em Círculo de Fogo: A revolta.  

 

 

US$ 150 milhões

foi o orçamento de

Círculo de Fogo: A revolta  

 

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