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Correio Braziliense

Investigações da morte de Prince terminam sem indicações criminais

A overdose acidental em 2016 teria sido provocada pela autoadministração de analgésico feita pelo cantor


postado em 20/04/2018 11:00 / atualizado em 20/04/2018 11:02

Em 21 de abril, a morte do cantor completa dois anos(foto: Reprodução/Internet)
Em 21 de abril, a morte do cantor completa dois anos (foto: Reprodução/Internet)
 
Após dois anos de investigação, a morte de Prince provocada por ingestão de pílulas falsas termina sem indicações criminais, anunciou a procuradoria de Carver Conty (Minnesota, Estados Unidos), nesta quinta-feira (19/4).

Depois de o médico Michael Todd Schulenberg, que receitou um opioide ilegalmente para Prince, ter sido multado em US$ 30 mil, descobriu-se que a overdose do cantor se deu por ingestão de outra substância: pílulas falsificadas de Vicodin, cujo fornecedor não foi descoberto. 

O analgésico continha um tipo diferente de opioide daquele receitado por Schulenberg. De acordo com documentos judiciais divulgados em abril de 2017, o Vicodin, assim como outras drogas, foi encontrado na casa do artista, que tinha histórico de crises de abstinência, “resultado do abuso de medicamentos sob receita". 
 
A autoadministração do analgésico provocou a overdose, considerada acidental, que levou Prince à morte, aos 57 anos, dentro de casa, em 21 de abril de 2016.

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