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Correio Braziliense

Streaming de música supera venda de discos físicos e downloads

Os números divulgados pela IFPI revelam fôlego na indústria fonográfica


postado em 26/04/2018 10:50 / atualizado em 26/04/2018 10:52

Os serviços de streaming promoveram redução no consumo de música pirateada(foto: Reprodução/Internet)
Os serviços de streaming promoveram redução no consumo de música pirateada (foto: Reprodução/Internet)
 
Pela primeira vez, os serviços de streaming de música se tornaram a maior fonte isolada de renda da indústria musical, superando as vendas físicas e os downloads, segundo informou a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) na terça (24/4).
 
Segundo a IFPI, 38% da receita gerada em 2017 com a gravação de músicas vieram dos serviços de streaming por assinatura, ante 29% no ano anterior. O aumento da parcela é atribuído ao recuo no consumo de música gratuita ou pirateada.
 
O acelerado crescimento do número de adesões a serviços streaming promoveu recuperação da indústria fonográfica mundial pelo terceiro ano consecutivo. Entretanto, a receita de 2017 em música, avaliada em US$ 17,3 bilhões, representam apenas 68,4% do pico do mercado em 1999.
 
Nos 15 anos que se passaram entre 1999 e 2014, a indústria sofreu recuo de 40% na receita. Em 2017, o aumento foi de 8,1% em relação a 2016. 

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