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Correio Braziliense

Curta 'Sete cordas': história de amor e poesia

14º curta-metragem da diretora Thais de Campos com roteiro de Fausto Galvão terá participação do ator Carlos Vereza


postado em 09/05/2018 09:59 / atualizado em 09/05/2018 14:34

Carlos Vereza e Janiffer Setti contracenam em 'Sete cordas'(foto: Clara Campos)
Carlos Vereza e Janiffer Setti contracenam em 'Sete cordas' (foto: Clara Campos)


Estreia na próxima segunda-feira (14/5), no Rio de Janeiro, o curta Sete cordas, da diretora Thais de Campos, com roteiro de Fauto Galvão. A produção conta sobre o quanto as coincidências da vida estão sendo trilhadas por um destino bem assertivo. O elenco tem a participação do ator Carlos Vereza e mais Anderson Tomazini, Simone Soares e Jeniffer Setti. A obra, segundo a diretora, pode chegar ao Festival de Cinema de Brasília no segundo semestre deste ano.

“É uma grande história de amor que mostra como as pessoas têm de estar mais abertas para que as coisas aconteçam”, explica Thais, que ainda contou ao Correio um pouco mais sobre as reviravoltas do roteiro, mas vamos poupá-lo dos spoilers. “É um amor relacionado à música, como a música tem de fluir, como o amor também pode levar o um fluxo, e como a simplicidade pode ser a melhor coisa. É um curta poético e simples”, completa.

O mais interessante de Sete cordas é rapidez com que saio do papel. Desde o primeiro contato com o roteiro, até a estreia, todo o processo durou menos de 2 meses. “Jaqueline Barroso, a produtora, me apresentou a história e logo de cara vi que era um roteiro muito interessante, e foi uma loucura pra achar agenda, porque eu trabalhava em Portugal, mas a gente conseguiu, foi o momento certo, as coisas aconteceram, todo mundo queria fazer e deu certo”, conta Thais.

Sobre a participação de Vereza, a diretora é só elogios: “Foi uma honra dirigí-lo, ele é um mestre, muito bom, conversamos rápido e ele trouxe uma genialidade, ele tem muita simplicidade também, é exatamente o que o personagem precisava, ele no fundo é como aquele mestre, mentor, a sabedoria”. 

 “O curta é muito bonito e poético, e hoje as pessoas estão precisando ver as coisas de outras vertentes, todo mundo corre tanto buscando coisas supérfluas, mais basta você está aberto e o universo acontece”, finaliza a cineasta.

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