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Correio Braziliense

Terminam as filmagens de Bacurau, novo longa de Kleber Mendonça Filho

O filme revela segredos perigosos de moradores de um vilarejo


postado em 11/05/2018 13:52 / atualizado em 11/05/2018 14:49

Os cineastas Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, diretores de
Os cineastas Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, diretores de "Bacurau" (foto: Divulgação/Victor Jucá)
 
As gravações do filme Bacurau terminaram depois de dois meses de trabalho. O longa, coescrito e codirigido por Kleber Mendonça Filho (Aquarius) e Juliano Dornelles, chega à última semana de captação no Sertão do Seridó, divisão do Rio Grande do Norte com a Paraíba.

Bacurau, dos produtores Emilie Lesclaux, Said Ben Said e Michel Merkt, entrará em processo de montagem, com previsão de lançamento para 2019. O longa é uma coprodução entre Brasil (CinemaScopio) e França (SBS Productions). A equipe técnica conta com profissionais do Brasil, França, Estados Unidos e Bélgica, além de ter elenco com 44 atores, incluidos o alemão Udo Kier, Sonia Braga e Karine Teles.
 
No filme, o vilarejo de Bacurau está localizado no sertão do Nordeste brasileiro e as filmagens foram realizadas na localidade da Barra, município de Parelhas (Rio Grande do Norte). A equipe de mais de 150 pessoas, entre técnicos e elenco, teve como base a cidade de Parelhas, onde trabalhou desde janeiro na pré-produção.
 
Na trama, Bacurau, um pequeno povoado do serta%u0303o brasileiro, da%u0301 adeus a Dona Carmelita, mulher forte e querida por quase todos, morta aos 114 anos. Dias depois, comec%u0327am os sinais de que a tranquilidade de Bacurau estara%u0301 sob ameac%u0327a. Uma seque%u0302ncia de incidentes mergulha o vilarejo em tensa%u0303o crescente. No entanto, muitos na%u0303o contavam com um detalhe: que no passado desse lugar extraordina%u0301rio estava adormecido um talento especial para a aventura. 
 
“Tivemos muita sorte ao escolher a região do Seridó onde filmamos, pois, aqui, encontramos gente incrível que nos acolheu e nos ajudou, na frente e por trás da câmera, compreendendo o filme e tomando o projeto como seu”, disse Juliano Dornelles.


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