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Correio Braziliense

Concurso divulga ganhadores de prêmio com temática contra o preconceito

Foram mais de 500 desenhos inscritos, sendo 338 internacionais e 165 trabalhos brasileiros. Destes, 59 foram de Brasília


postado em 22/08/2018 07:30

(foto: Luis Fernando Pimentel Mendes/Divulgação)
(foto: Luis Fernando Pimentel Mendes/Divulgação)


O humor é um dos recursos mais ricos e inventivos de que dispomos. Com ele, você educa, ensina,  transmite mensagens de outras culturas, religiões e pensamentos, combate preconceitos e denúncia o que está errado. A partir dessa ideia, o Salão do Humor e da Cidadania propôs um concurso para os cartunistas, desenhistas e ilustradores do mundo todo para desenvolverem trabalhos baseados no tema o preconceito não tem graça.

Foram mais de 500 desenhos inscritos, sendo 338 internacionais e 165 trabalhos brasileiros. Destes, 59 foram de Brasília. As charges, cartuns, caricaturas e tiras de humor, competiram em três modalidades: atitudes preconceituosas, convivência e respeito às diferenças e defesa dos direitos humanos. Cento e dezoito obras foram selecionadas, e serão expostas gratuitamente a partir desta quinta-feira, até a próxima segunda-feira, no Shopping Conjunto Nacional, na exposição Salão do Humor e da Cidadania.

Durante os cinco dias de exposição, o Salão do Humor vai mostrar aos visitantes que poderão participar de atividades paralelas, como oficinas de desenho de humor gráfico, minicurso de cartazista, seminário sobre a produção do humor gráfico e mercado editorial, fórum sobre bullying e direitos humanos, além de poder votar no melhor desenho de humor.

 O evento realizado pela Cooperativa Central Base de Apoio do Sistema ECOSOL no Distrito Federal Base Brasília Ltda, com fomento  do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Estado de Cultura do Governo do Distrito Federal.

Na opinião do produtor executivo do projeto, Eustáquio Santos, “a proposta é possibilitar que a expressão do cartunista, por meio da charge, do cartum, da caricatura e das tiras de humor possa contribuir para o fortalecimento da cidadania, além de integrar a sociedade à agenda cultural no combate ao preconceito e na defesa de direitos humanos”

“Este projeto destina-se a toda a sociedade, despertando além dos  interessados na questão da inclusão social e da plena realização da pessoa humana, aqueles que ainda não tenham tido contato com o tema preconceito”, disse Omar Santos, diretor da Ecosol Base Brasilia, cooperativa social realizadora do evento.

O cartunista, Andrê Cerino,  ganhador do prêmio em defesa dos direitos humanos,  afirma que “o humor gráfico ocupa lugar de destaque em publicações impressas e on-line”. Ele considera que é  inegável a importância do desenho humorístico na imprensa, seja como documento histórico, fonte de informação social, comportamental, política e psicológica, ou até mesmo como termômetro de opinião, fenômeno estético, expressão artística e literária ou ainda como simples forma de diversão e passatempo”.

O cartunista Oscar, ganhador do prêmio atitudes preconceituosas, diz que “o salão de humor gráfico, é um espaço para incentivar a criatividade e mostrar, inclusive,  talentos que não estão sendo publicados”. Neste Salão de Humor gráfico temático, contra o preconceito, a percepção dos cartunistas e suas articulações com a dimensão social permitiu representações do tema preconceito por meio dos trabalhos apresentados, cujas linguagens da charge, cartum, caricatura e tiras de humor,  deram suporte ao entendimento das práticas culturais circulantes sobre o tema, finalizou Oscar.

selecionados 
» 118 - trabalhos selecionados  
» 84 - trabalhos brasileiros, sendo 
» 40 - do DF

Participantes 
» 155 - cartunistas participantes  
» 105 - cartunistas do exterior  
» 50 - cartunistas do Brasil, sendo 
» 21 - de Brasília
 
 

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