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Correio Braziliense

Política, romance e suspense envolvem o segundo dia do Mostra Brasília

Com direção de William Alves e Zefel Coff, 'A praga do cinema brasileiro', faz um comentário político ao passo que homenageia filmes nacionais e o icônico ator e cineasta Zé do Caixão


postado em 18/09/2018 20:59 / atualizado em 18/09/2018 22:25

Zé do Caixão introduziu o filme 'A praga do cinema brasileiro'(foto: Reprodução)
Zé do Caixão introduziu o filme 'A praga do cinema brasileiro' (foto: Reprodução)


O segundo dia da Mostra Brasília, parte da programação do 51° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, sugeriu a influência da presença política na capital sobre a produção local. A plateia, que teve de encontrar lugar nas escadas para acompanhar a sessão, observou o teor político, romance e suspense que envolviam os filmes selecionados para a Mostra. 

O curta-metragem A roda da fortuna, dirigido por Luciano Porto, foi o alívio cômico da noite e caiu na graça da plateia. Me deixe não ser, de Kleber Macedo e Brasilha, de Rafael Morbeck, destacaram o desapego dos brasilienses. 

Com direção de William Alves e Zefel Coff, A praga do cinema brasileiro, faz um comentário político ao passo que homenageia filmes nacionais e o icônico ator e cineasta Zé do Caixão. 

Já o documentário que abriu a programação da noite Entre parênteses, dirigido por Tiago de Aragão ,acompanha sessão no plenário e protestos da maior mobilização indígena durante a 14ª edição do Acampamento Terra Livre, que aconteceu em abril de 2017.
 
Vale destacar ainda, que nos filmes com teor político, O público se manifestava a favor nos momentos de maior acirramento. E ao final, os realizadores do evento promoveram um debate em torno do festival e do cinema brasileiro. 

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