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Correio Braziliense

Mônica Martelli, atriz de Minha vida em Marte, aposta no feminismo em cena

Cerca de 800 salas de cinema devem receber a comédia criada por Martelli e Paulo Gustavo, no dia de Natal


postado em 21/12/2018 12:22 / atualizado em 21/12/2018 12:42

(foto: Ique Esteves/Downtown Filmes)
(foto: Ique Esteves/Downtown Filmes)
Entre um passeio animado dentro de um Sex Shop, viagens descontraídas e a retirada do peso negativo de algumas relações amorosas pouco satisfatórias, as personagens de Minha vida em Marte, que chega às telas do cinema na próxima terça-feira (25/12), ajudam a cristalizar amizade e carreira de dois grandes humoristas, com legiões de fãs pelo Brasil: Paulo Gustavo e Mônica Martelli.

"Flui tão natural o que os dois fazem juntos, que parece que é tudo improvisação; e não é! A gente começou tudo (do filme) seis, oito meses antes mesmo das filmagens", observa a diretora da comédia, Susana Garcia. Martelli e Paulo Gustavo, há quatro anos, capitalizaram a atenção de 1,8 milhão espectadores, com a fita Os homens são de Marte... E é pra lá que eu vou. A aposta novamente é num tom afetuoso e tranquilo: "A gente pode passar reflexão, através do humor e da leveza", na visão de Susana.

Previsto para estar em 800 salas de cinema, Minha vida em Marte vem temperado com muitas atitudes de afirmação feminista. "Na vida, a gente está em eterno processo. Caminhamos três passos, e voltamos um. Caminha-se mais dois, e volta um. Mais três, e volta dois. Tudo é assim: e a gente continua caminhando", diz a atriz.

"Tudo é um processo. Tivemos avanços no feminismo que não têm mais volta. Existe uma tomada de consciência da maioria da população dos direitos da mulher", celebra Mônica Martelli.
 
Veja a entrevista na íntegra: 
 
 

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